Escritor Hermélio Silva fala sobre a sua 23ª obra, “Rondonópolis do Alto”, que estará disponível no site do A TRIBUNA

 

Em tempos de isolamento social por conta do novo coronavírus, o escritor rondonopolitano Hermélio Silva está lançando hoje (8/4) um livro virtual, que poderá ser acessado por meio do site do A TRIBUNA. Esse é o 23º livro de autoria de Hermélio e tem o sugestivo nome de “Rondonópolis do Alto”, no qual faz uma viagem pela paisagem urbana da cidade e conta a história de alguns dos seus locais mais emblemáticos, tudo devidamente enriquecido com fotos e dados históricos dos mesmos.

“É um trabalho demonstrando o amor que tenho por Rondonópolis. É uma declaração de amor. O livro é uma viagem turística imaginando que você esteja num helicóptero, num avião, num drone, nas asas da imaginação ou de uma arara… Você cria um roteiro turístico e vai contando a história e mostrando as imagens atuais”, explicou o autor.

 

 

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Hermélio Silva diz que o livro conta desde a história da doação da área que viria a se tornar a cidade de Rondonópolis, doada em 1915 pelo governador da época, Joaquim da Costa Marques, passando pelo Casario, onde de fato a cidade nasceu, contando a história de suas ruas centrais bem traçadas, da Escola Major Otávio Pitaluga (EEMOP), assim como vários outros pontos, praças e prédios que contam um pouco da história da cidade.

“Imagina você entrando em Rondonópolis pelo Trevão e passando pelo Casario. Imagine que você faça isso sobrevoando o Horto – aí eu conto onde havia uma estrada de terra que os imigrantes vinham de caminhão, de jardineira, de carro de boi e até a pé, e chegavam até a beira do rio, que nós chamamos de Rio Vermelho e os índios chamam de Poguba. Se perguntam porque que o rio é vermelho, e eu conto que é porque o leito do rio é rico em minério de ferro, o que faz a água ficar vermelha. Dali, as pessoas atravessavam o rio de balsa e decidiam o que eles iam fazer da vida, se iam para Cuiabá, Poxoréu, Guiratinga, Cassununga ou se ficavam em Rondonópolis. No livro, eu pouso ali e falo do Casario, do Marechal Rondon. É assim que segue o livro”, completou Hermélio Silva.

Esse é somente o ponto de partida e dali o escritor embarca novamente da sua nave imaginária e sobrevoa a Praça Brasil, contando a sua história e de seus monumentos, da Igreja Matriz, do Museu Rosa Bororo, que já foi sede do Executivo e do Legislativo, continuando por outros pontos igualmente importantes da cidade, assim como pontos turísticos, como a Cidade de Pedra e o Terminal da ALL. “É um trabalho muito bonito e, nesse momento em que as pessoas estão enclausuradas devido ao coronavírus, é bom para elas viajarem. E este também é um presente que eu e meus parceiros, como a Gráfica União, que está diagramando o livro gratuitamente, o A TRIBUNA, que está depositando esse livro em seu site também graciosamente para as pessoas poderem baixar, porque não estamos preocupados com dinheiro, estamos preocupados em divulgar a nossa cidade. Em síntese, é essa a ideia”, conclui Hermélio Silva.

Apesar de falar da cidade de forma lúdica, as histórias são embasadas em dados históricos, o que torna o livro, além de uma boa opção de entretenimento para ser digerida durante a quarentena, uma boa fonte de pesquisa histórica. Ele poderá ser lido e baixado a partir desta quarta-feira clicando em cima do banner com o nome da obra (“Rondonópolis do Alto”), no site do A TRIBUNA (www.atribunamt.com.br).

 

Baixe o livro através deste link.

 

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