Vista aérea do local onde a “intervenção estruturante” está sendo feita, mostra a movimentação de homens e máquinas – (Foto: Gcom)

 

A Coder, Companhia de Desenvolvimento de Rondonópolis, iniciou na manhã de ontem (6), as obras de recuperação do buraco aberto na confluência da Rua Otávio Pitaluga com Avenida Dom Osório, no bairro Jardim Urupês, região central da cidade.

Tal “problema” já foi debatido, reiteradas vezes, pela reportagem do A Tribuna, sobre a formação de crateras em plena via de grande fluxo de veículos.

Segundo informações técnicas, o local vinha apresentando reiterados problemas em razão da alta concentração de águas das chuvas que vem das partes mais altas dos bairros adjacentes e que acaba encontrando uma baixa vazão na captação pluvial. Com isso as estruturas se rompiam provocando a destruição do pavimento e a abertura de crateras na pista de rolamento.

Conforme relatos, tal problema foi gerado há mais de três décadas, quando na época foram colocadas manilhas de apenas 1 metro, o que com o aumento progressivo do volume de águas das chuvas, a situação acabou se colapsando, gerando muita “dor de cabeça” para moradores, comerciantes e motoristas.

 

Definitivo

Diversas obras paliativas já haviam sido realizadas no local, até que o Departamento de Engenharia da Secretaria de Infraestrutura, (SINFRA), decidiu que o local carecia de obras mais estruturantes, com ações de drenagem profunda.

Os trabalhos estão sendo realizados em ritmo acelerado, em razão da via pública se constituir num importante corredor de tráfego ligando o “Centro da Cidade” a bairros bastante adensados na região do Monte Líbano, Jardim Liberdade, entre outros.

Conforme informações do presidente da Coder, Argemiro Ferreira, no local estão sendo instaladas 70 manilhas duplas de 1,5 metros, praticamente triplicando a vazão existente que era de 1 metro, além de três caixas de concreto armado. Os investimentos são da ordem de R$ 64.376,32.

Segundo a Coder o prazo para conclusão dos trabalhos é de 15 dias, caso o clima permita e as chuvas não atrapalhem. Contudo, o dirigente garante, “a espera vai valer a pena, pois agora a vazão está sendo significativamente aumentada e deverá suportar toda a carga hídrica oriunda da região”, garantiu.

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