Menos de dois meses após ser entregue oficialmente, o Anel Viário de Rondonópolis já precisa novamente de reparos no seu pavimento – (Foto: Denilson Paredes)

 

Menos de dois meses depois da obra de recuperação do seu pavimento asfáltico ser entregue oficialmente, o que aconteceu no dia 7 de fevereiro, o Anel Viário Conrado Sales, em Rondonópolis, já está novamente com muitos buracos. Os defeitos no pavimento se concentram na alça que vai da MT-130 até a BR 364, sendo que essa já é a terceira vez que a obra apresenta os problemas, o que é muito estranho em se levando em consideração o seu pouco tempo de uso.

A obra de reparos no Anel Viário, que teve início em agosto do ano passado, foi executada pela empresa Enpa Engenharia e Parceria Eirelli ao custo de R$ 5,947 milhões e consistia na recuperação dos pouco mais de 16 quilômetros de extensão do mesmo. O contrato com a empresa previa a restauração de 40 centímetros a partir da sub-base, pois na época não havia sido detectado nenhum problema no subleito, que fica abaixo da sub-base, que não fazia parte do contrato.

 

 

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Primeiro, a obra já havia apresentado defeitos, em pequenos pontos da pista que ficou sem camada asfáltica. Assim, na sequência, a empresa responsável fez, a partir de um aditivo, a colocação de uma camada asfáltica em toda a extensão da via. Em seguida, começaram a surgir buracos na pista, por duas vezes, que também foram corrigidos pela Enpa Engenharia, mas o problema insiste em ressurgir, o que levanta questionamentos a respeito da qualidade da execução da obra e do material ali aplicado.

 

(Foto: Denilson Paredes)

 

Questionada sobre a situação, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) afirmou que está sendo realizado um estudo técnico mais detalhado para verificar a natureza do problema ocasionado no Anel Viário e que, assim que esse diagnóstico seja concluído, irá tomar as medidas cabíveis para corrigir as falhas na obra, acionando a empresa responsável por sua execução.

A nota da Sinfra, no entanto, não coloca um prazo para o final desse estudo e nem define uma data para que os reparos na pista sejam feitos.

 

2 COMENTÁRIOS

  1. Resposta da empresa, “pela grande circulação de veículos pesados a empresa não tem responsabilidade na situação” portanto se quer recuperação que façam mais um aditivo!
    E assim vamos indo neste Brasil! Só maracutaia!

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