O comportamento muda o cérebro e o cérebro muda o comportamento, mas o quão significativo é a aprendizagem para que possamos ter novos caminhos sinápticos e essa mudança – foi o foco – o trauma – o incentivo, ou somente o rumo objetivos bem definidos?

Talvez tudo isso que foi apresentado, mas cada um em sua singularidade única e a múltipla subjetiva vivência, pois cada um sabe onde aperta o sapato.

Pois bem,.. Estimados leitores gosto de começar pela provocação – questionamento – aquela pergunta que pudesse fazer algum sentido na continuidade da sua leitura e pudesse trazer algo que pudesse ficar.

Fica e fixa-se o que tem sentido, qual seria a aprendizagem? Qual o seu sentido, ou significado ou motor em ação para aprender algo novo… O novo? O necessário? A sobrevivência? O desafio…

Um cálculo de matemática financeira, enquanto se vira com as compras no supermercado, ou discussão sobre ética na aula de filosofia que toca as relações mais pessoais, aquele livro ou palavra incomum no vocabulário que surgiu de alguém na roda ou até mesmo a leitura avançada e interpretação…

Interpretar e usar… O cérebro e a mudança, os comportamentos e as novas experiências, essas muito além dos limites dobráveis do encéfalo enquanto cresceu, podendo de maneira milagrosa prevenir problemas de demências e de memória, enfim dale novos desafios.

(*) Marcio Martins é Drt. em Ciência da Educação; Educação e Psicologia, Membro da SBNp e C. Psicanalítico. E-mail: [email protected]

 

 

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