1 – SENHORES e SENHORAS,

está faltando cerca de sete meses para as eleições municipais, que ocorrerão no dia 4 de outubro. Lembramos ainda, que aqueles que vão disputar o pleito para a vaga de prefeito ou de vereador, devem estar filiados seis meses antes das eleições, até o dia 3 de abril, ou seja, há praticamente um mês.

Já esgotando esse tempo para filiação, muitos nomes que avaliam a possibilidade de disputarem o pleito, já começam a se movimentar mais, principalmente na busca de informações referentes ao calendário eleitoral e às composições de chapas de vereadores.

Já muitos dos atuais vereadores que vão buscar a reeleição, aguardam para este mês de março a abertura da chamada “janela”, para poderem trocar de partido sem a perda do mandato por infidelidade partidária.

 

NESTA SEMANA,

este Colunista recebeu a visita de vários pré-candidatos a vereadores, que buscaram opiniões a acerca do pleito eleitoral e suas novas regras que sugiram a partir da última reforma do Código Eleitoral e Leis das Eleições.

Percebemos que a principal dúvida dos eleitores é a cerca da formação das chapas para concorrer o pleito, sendo que neste ano começa a vigorar o novo sistema de formação de chapas para as candidaturas proporcionais, ou seja, a de vereador neste ano.

A formação de chapas proporcionais vai vigorar, com a diferença de que não terá coligações entre partidos. As coligações vão ser possíveis somente para os cargos majoritários, ou seja, a disputa para prefeito.

Com o fim das coligações nas disputas para vereador, vão se eleger os candidatos mais votados dentro dos seus partidos, desde que o partido consiga atingir o quociente eleitoral, que hoje em Rondonópolis está acima de 6 mil votos. Ou seja, a cada 6 mil votos que a chapa de vereador alcançar, abrem as vagas para a chapa que será assumida pelos mais bem votados.

Por exemplo, se uma chapa consegue a somatória de sete mil votos somados de todos os concorrentes, o primeiro mais bem votado assume uma cadeira na Câmara. Se a chapa conseguir mais de 12 mil votos, o primeiro e o segundo mais bem votados se elegem vereadores. E assim consecutivamente.

2 – PELO QUE O COLUNISTA

tem acompanhado, nove partidos estão organizando chapas de vereadores para concorrerem ao pleito. Além disso, nos bastidores da política local existem vários palpiteiros que arriscam até quantos vereadores cada partido poderá eleger.

É comentado que a chapa do Partido Solidariedade, que é presidido no Estado pelo prefeito Zé Carlos do Pátio, poderá eleger até 6 vereadores; o PT elegerá de 2 a 3; o MDB, no máximo 2; o PSDB de 1 a 2; o Democracia Cristã apenas 1; o Dem pode eleger de 1 a 2; o PTB também de 1 a 2; o PRTB, 1 e o PSB de 1 a 2.

No entanto, na atual conjuntura achamos que irá ficar muito diferente, mas vamos aguardar as acomodações políticas, que poderão ocorrer até próximo das convenções partidárias, que é quando as candidaturas de fato são oficializadas pelos partidos e uma análise mais precisa poderá ser feita em cima do potencial isolado de cada candidato.

Além disso, pode ocorrer de um ou mais, destes partidos, não alcançarem o coeficiente eleitoral e não eleger vereador.

3 – NESTAS

eleições municipais, as mulheres parecem animadíssimas para concorrerem o pleito para uma vaga na Câmara Municipal, que há quase oito anos não se tem uma mulher vereadora.

Elas ainda não massificaram a notícia oficialmente, mas algumas das pré-candidatas hoje são as seguintes: a servidora pública Marildes Ferreira (PSB), as emedebistas Mariúva da Saúde e a colunista social Mara Oliveira; a presidente da Associação de Mulheres, Sandra Raquel (Podemos), e a jornalista Kalynka Meirelles (PRB).

Se o time de pré-candidatas continuar crescendo, e esta é a perspectiva, dificilmente não teremos mulheres vereadoras no próximo ano.

 

4 – UM FATO QUE ESTÁ

sendo muito comentado nos bastidores da política local, é que o deputado estadual delegado Claudinei Lopes (PSL) teria declarado apoio a pré-candidatura a prefeito do Cláudio Paisagista (DC), juntamente com muitos outros apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

Ocorre que semanas após se juntar ao DC, alguém teria feito a seguinte análise ao deputado: “Se o Paisagista conseguir ao menos 15 mil votos na eleição de prefeito e não for eleito, nas eleições gerais ele poderá se candidatar a deputado estadual e tomar sua vaga”.

Se isso foi verdade ou não, a análise foi boa, pois quem entende de política sabe que quem disputa um pleito sempre deixa algo construído. Sendo assim, se o Cláudio Paisagista tiver uma boa votação nestas eleições, automaticamente está com caminho aberto para disputar um cargo de deputado estadual.

Após esta análise, chegou a informação para a Coluna que o deputado teria ficado com um pé atrás, referente a seu apoio ao Cláudio Paisagista. Será

Vamos observar as movimentações em torno dessa candidatura e seus apoios nesta semana.

 

 

José Medeiros: “O deputado federal poderá ficar com o apoio do presidente Bolsonaro na disputa para a vaga da juíza Selma ao Senado…”

5 – AS DEFINIÇÕES

dos nomes para concorrer a vaga da juíza Selma, cassada, no Senado em abril, está a cada dia se consolidando, tendo em vista as convenções para homologarem os nomes dos candidatos, que deve ocorrer entre 10 e 12 de março.

Até então, os possíveis pré-candidatos são: José Medeiros (Podemos), Nelson Barbudo (PSL), Otaviano Pivetta (PDT), Carlos Fávaro (PSD) e Júlio Campos (Dem).

Com exceção de Júlio Campos, os demais lutam pelo apoio do presidente à sua respectiva candidatura, sendo que Bolsonaro é um forte cabo eleitoral, talvez até capaz de decidir uma eleição desta.

Mas acreditamos que a luta de Otaviano Pivetta neste sentido é em vão, pois Bolsonaro vai apoiar mesmo Medeiros ou Barbudo, e no quadro de hoje a coisa pende mais para Medeiros.

Outra candidatura que foi noticiada pela imprensa cuiabana esta semana foi a do ex-governador Pedro Taques (PSDB). Será que após a rejeição que ele teve nas urnas para reeleger governador, ele vai ter coragem de enfrentar esta para o Senado?

 

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