Muitos querem a vaga da Juíza Selma, e nessa disputa desenfreada fica bem caracterizado os confrontos entre: o quer e o poder.

E, como em Mato Grosso e não no Mato Grosso, existe muito partidos para  poucos líderes e  ideologias em excesso, por isso, o que se vê, que bastou uma eleição suplementar e já desenrolam disputas acirradas dentro de um mesmo partido.

Vejam que o partido conhecido como DEM, que deveria ser o mais forte se fosse unido por uma mesma ideologia e seguindo pelo menos um líder, poderá correr o risco de implodir nesta eleição, que é um “tira gosto” para as eleições municipais.

O DEM antigo e histórico aliou ao grupo originário do PSB, para ganhar a eleição passada, e teve êxito elegendo o cargo de Governado e Senador, mas ao fim do processo eleitoral, ficou bem dividido, e passou a existir num mesmo partido, dois comandos.

O grupo histórico ficou com o comando regional e o grupo novo, ficou com o comando do municipal, ou seja, nesse jogo não haverá vitória por 2 X 1, e também não haverá empate de Zero a Zero.

O grupo histórico deverá apoiar a Candidatura de Júlio José de Campos, que na convenção se existir o exercício do “bate chapa”, que sempre foi um exercido dentro do DEM, e provavelmente terá chapa única.

E, pelo lado do DEM municipal não terá chapa originária do partido, mas terá muito “fua”, pois terá que acender uma “vela para Deus e outra para o diabo”.

O grupo histórico estará coeso com o nome do Julinho e o grupo vizinho chamado de novo, sob o comando do Governador, que inicialmente havia declinado para o Carlos Fávero (PSD), agora terá a incomoda candidatura de Otaviano Pivetta (PDT) e ainda, Margareth Buzetti (PP) que tem o apoio dos Maggistas, então fica a pergunta: e agora Mauro Mendes?

Eu vejo que muitas desavenças se avizinham por ai, e dentro de um mesmo partido (DEM), e que poderá continuar até a eleição municipal.

Por isso que afirmo, quando não há ideologia política e os partidos são usados por interesse de grupos, ou por interesses próprios e até impróprios, terá sempre confrontos não democráticos, e nesse jogo pelo poder, com certeza abrirá uma grande fenda dentro do DEM, pois existem poucos líderes e ideologias de Grupos em excesso.

 

(*) Wilson Carlos Fuáh é economista, especialista em Recursos Humanos e Relações Sociais e Políticas.a Fale com o Autor: [email protected]

 

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