Movimentação dos servidores ontem, na frente da Prefeitura de Rondonópolis – (Foto: Divulgação)

 

O ano letivo das escolas municipais de Rondonópolis poderá começar em greve. A informação foi repassada ontem (13) pela presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Rondonópolis (Sispmur), Geane Lina Teles. Ontem, os servidores começaram na frente da Prefeitura a série de mobilizações previstas para este mês. A próxima mobilização será em frente à Câmara Municipal, na próxima quarta-feira (19), durante a sessão ordinária.

“O prefeito não recebeu a categoria para dialogar sobre a nossa principal reivindicação, que é um reajuste de 10% dos salários. O prefeito Zé Carlos do Pátio já está no quarto ano de seu governo e nunca concedeu um aumento real para os servidores, como foi prometido na campanha eleitoral. Ele garantiu a reposição da inflação, mas não concedeu reajuste real. A arrecadação está crescente e o Município tem condição de conceder este percentual que estamos pleiteando”, disse a sindicalista.

 

 

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Ela explica que a categoria está mobilizada e, se o prefeito não abrir o diálogo, o ano letivo da rede municipal irá começar em greve. “Os servidores municipais estão cansados de tanto descaso por parte do prefeito. Desde o início da gestão, temos buscado dialogar com o Executivo, apresentamos demandas e intermediamos soluções para os problemas que afligem os servidores, mas não obtivemos êxito, buscamos que reconheça os nossos direitos, como a valorização e melhores condições de trabalho. Nós somos o termômetro da sociedade e quando chegamos a parar é por que o problema já está chegando à população, pois afeta diretamente nos serviços oferecidos pelo município,”, externou Geane Lina Teles.

Os servidores ainda reivindicam a criação de um vale-alimentação no valor de R$ 500 observando, como fizeram na Coder e Câmara Municipal de Rondonópolis, onde todos trabalhadores possuem o direito; Imediata realização de concurso público e posse dos aprovados para preenchimento de todas as vagas existentes abertas; Garantia a não remoção de servidores para que sua vaga seja ocupada por terceirizados e contratados – ao contrário disso, garantir que as vagas abertas devem ser ocupadas por servidores efetivos.

 

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