Alma que não cabe no corpo
tampouco no peito.

O sentimento incompreendido
vivenciado nas suas menores partículas.

Não se vê a cor, é a cor.
Não se sente os sabores
porque é o sabor.

Quanto ao odor, é o próprio perfume.

É suar sangue, a dor na alma.
Intensidade…
É só o desejo de sair
dessa prisão mesquinha
e se mesclar ao universo
em sua eternidade.

(*) Ellen Vieira é acadêmica de Agronomia e poeta em Rondonópolis.

DEIXE UM COMENTÁRIO

Please enter your comment!
Please enter your name here