Servidores públicos municipais de Rondonópolis participaram de uma assembleia geral nesta semana – (Foto: Divulgação)

 

Os servidores públicos municipais de Rondonópolis participaram na manhã desta segunda-feira (10) de assembleia promovida pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Rondonópolis (Sispmur), quando foi decidido, por unanimidade, pela paralisação geral nesta quinta-feira (13), às 13h na frente a sede da Prefeitura, na Vila Aurora.

De acordo com a presidente do Sispmur, Geane Lina Teles, os servidores optaram pela paralisação por falta de atendimento por parte do prefeito José Carlos do Pátio diante das pautas de reivindicação da categoria. “Os servidores municipais já estão cansados de tanto descaso por parte do prefeito. Desde o início da gestão, temos buscado dialogar com o Executivo, apresentamos demandas e intermediamos soluções para os problemas que afligem os servidores, mas não obtivemos êxito, buscamos que reconheça os nossos direitos como a valorização e melhores condições de trabalho. Nós somos o termômetro da sociedade quando chegamos a parar, é por que o problema já está chegando à população, pois afeta diretamente nos serviços oferecidos pelo município,”.

 

 

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Entre as pautas da paralisação estão a criação de um vale-alimentação no valor de R$ 500,00, observando como fizeram na Coder e Câmara Municipal de Rondonópolis, em que todos trabalhadores possuem o direito; Imediata realização de concurso público e posse dos aprovados para preenchimento de todas as vagas existentes abertas; Garantir a não remoção de servidores para que sua vaga seja ocupada por terceirizados e contratados – ao contrário disso, garantir que as vagas abertas devem ser ocupadas por servidores efetivos.

Também pedem a correção dos (PCCV) – Planos de Cargos Carreiras e Salários da Secretaria Educação, Saúde e Instrumental; Regularizar as classes do PCCV da Secretaria de Educação, garantindo elevação de classes dos professores e assistentes, extinguindo do artigo do PCCV “requisitos da classe anterior”; Recriar as classes para os PCCVs dos profissionais da saúde e instrumental conforme todos os entes municipais e o Estado de Mato Grosso; e reaver o direito dos servidores de cumprimento de carga horária de 30 horas, conforme edital de concurso dos servidores técnicos instrumentais e técnicos em saúde e apoio instrumental, obrigados por imposição do executivo.

Outras pautas são: Recriar o direito de elevação de classe dos servidores do apoio instrumental; Revisar o PCCV instrumental quanto às chamadas injustiças salariais criadas nas elevações de classe dos servidores Auxiliares de serviços diversos do Apoio Instrumental; Perícia médica – estruturação do DESOPEM com os mesmos direitos do SUS e do estado de Mato Grosso, onde o servidor passa por apenas 01 perito, e até 3 dias de atestado médico não passa pela perícia médica; Revisar a lei salarial dos servidores celetistas, maioria próximos de aposentadoria, criando novo escalonamento salarial mais justo.

Por fim, citaram a regularização da carga horária com piso salarial pagos de formas diferentes e desproporcional dos farmacêuticos e servidores de outros cargos oriundos da antiga farmácia de manipulação, do PCCV da saúde; Pagamento do passivo da ajuda de custo de transporte da zona rural, bem como da periculosidade devida no processo dos vigilantes – em todos os casos havendo acordo e homologar na justiça; Atendimento da reivindicação do raio-X, com incorporação da gratificação estabelecida no plano de carreira para os técnicos instrumentais; e Equiparação salarial dos fiscais do Procon aos demais da categoria de fiscalização.

 

1 COMENTÁRIO

  1. Paulo Guedes tem razão ao usar o termo parasita. A quantidade de regalias do funcionalismo publico é gigantesca, mas nunca é suficiente para os funcionarios. Se os servidores estão descontentes, que vão para o setor privado, onde a media salarial diminuiu em decorrencia da crise.

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