José Medeiros: “Estaria articulando sua candidatura ao Senado e ainda a visita do presidente Bolsonaro para fazer campanha em Mato Grosso…”

1- SENHORES E SENHORAS,

na última Coluna publicada, falamos que o prefeito Zé do Pátio (SD) teria um trunfo a mais para o seu projeto de reeleição, pois estaria com o poder da máquina pública nas mãos. Além disso, ainda é válido pontuar por aqui que recentemente a Câmara Municipal deu um “cheque em braco” para o prefeito autorizando ele remanejar até 20% do orçamento bilionário de Rondonópolis, sem anuência da Casa de Leis. Algumas pessoas avaliam isso com normalidade para manter a máquina pública em funcionamento a tempo e a hora, na manutenção dos serviços públicos ao contribuinte. No entanto, a análise que chegou para este Colunista foi diferente desta análise superficial. Ocorre que “no frigir dos ovos”, Pátio terá nas mão é 100% do orçamento da segunda maior economia de Mato Grosso, e não apenas 20% como parece.

AGORA

explicaremos melhor esta análise que nos foi confidenciada nesta semana. Para este ano de 2020, o orçamento é de mais de um R$ 1,090 bilhão, e deste, como já falamos superficialmente, 20% que corresponde a mais de R$ 220 milhões, poderá ser remanejado pelo prefeito sem qualquer intervenção da Câmara. Porém, estes R$ 220 milhões correspondem na verdade a 100% do montante que sobra para o Município investir em obra de educação, saúde, infraestrutura, dentre outros. Os outros R$ 870 milhões do total, é custo para manter a “Máquina Pública”, como o pagamento de financiamentos, como a Ponte Aroldo Marmo de Souza, construída na Avenida Beira Rio pelo ex-prefeito Percival Muniz, financiamentos das décadas de 80 e 90, folha de pagamento de servidores, gastos com material de expediente, enfim, tudo aquilo inerente para manter a Prefeitura de portas abertas. No final, restarão apenas os R$ 220 milhões, que o atual prefeito terá total autonomia para aplicar em obras.

ESTE

colunista torce para que esta aplicação seja em benefício de toda população e setores da economia que mantém o emprego de muita gente. Os R$ 220 milhões, ainda caberá a fiscalização dos vereadores, mas de forma mais simplificada, a exemplo: Se o prefeito resolver comprar um terreno para o poder público, pouco os vereadores poderão fazer para impedir, pois o imóvel já estará comprado. No rito normal, antes da compra de um terreno, a prefeitura precisaria de ter a aprovação da Câmara. Mas agora com cheque em branco não precisa.

 

2 – VAMOS

deixar o prefeito Zé do Pátio lá com a chave da cidade nas mãos, até a definição das próximas eleições municipais, para falarmos um pouco da eleição suplementar para a vaga de Mato Grosso no Senado Federal, que ocorre no dia 26 de abril. Até então, os candidatos e o seus suplentes para este pleito ainda não foram definidos, porém as discussões estão a todo vapor. Entre as possibilidade para formação de candidaturas, está uma situação bastante definida: É necessário que cada candidato ao Senado tenha como primeiro e segundo suplentes, nomes das principais regiões do Estado. A exemplo, se o candidato for da capital, a estratégia é o candidato ter um suplente da região Norte e outro que represente a região Sul, isso para ajudar a puxar votos nas regiões. Sabemos que o vice-governador Otaviano Pivetta (PT) vem se movimentando desde a confirmação da cassação de Selma Arruda (PODE) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 10 de dezembro passado, para concorrer ao pleito.

ALÉM DELE,

também temos um nome que também está movimentado as discussões que é o ex-deputado federal Adilton Sachetti (PRB). A princípio ele estaria tentando viabilizar seu nome como candidato, porém o que está lhe sobrando é a indicação para primeiro ou segundo suplente da candidatura de Otaviano Pivetta, liderança do agronegócio a quem Sachetti tem muita amizade. Outro nome daqui de Rondonópolis que também está sendo sondado para emplacar uma suplência a candidatura ao Senado é do ex-prefeito Rogério Salles (PSDB). Isso porque o ex-deputado federal Nilson Leitão (PSDB), com base eleitoral no Norte do Estado, é nome bastante cogitado para a candidatura ao Senado. Sendo assim, ele avaliará um suplente da capital e outro daqui de Rondonópolis.

 

3 – EM OUTRA AVALIAÇÃO,

sabemos de fontes seguras que o atual deputado federal José Medeiros (Podemos), irá concorrer ao Senado Federal. Caso se confirme, o mais natural é ele escolher os seus suplentes, sendo um da capital e outro do nortão, pois sua base eleitoral é Rondonópolis. Outra novidade é que Medeiros além de estar articulando a sua candidatura ao Senado, ainda estaria organizando a visita do presidente Jair Bolsonaro para lançar sua candidatura em Mato Grosso. E Medeiros tem cacife para tanto, pois está alinhado com a Presidência e ainda com a senadora cassada Selma Arruda. Nas redes sociais o presidente já declarou que poderá vir a Mato Grosso fazer campanha para seu candidato, assim como o ex-presidente Lula, que inclusive poderá vir a Rondonópolis apoiar uma candidatura da esquerda. E por se trata de uma eleição única no Estado e em todo Brasil, estes dois nomes de expressão nacional tem mais tempo para tais feitos, do que em eleições gerais por todo Brasil, onde a agenda se torna muito apertada. O colunista acredita que esta eleição suplementar vai colocar Mato Grosso no centro das atenções em todo Brasil. De um lado Bolsonaro com a Direita e do outro Lula com a Esquerda. Será bastante movimentado este cenário, com holofotes em todo o país.

 

1 COMENTÁRIO

  1. Se Bolsonaro vier à cidade, terá a mesma recepção que tem tido Brasil à fora… …e o Lula também kkkkk… …vai chover ovos e vaias no petista condenado! Kkkkk

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