Zé do Pátio: “É forte candidato à reeleição para prefeito e o uso da máquina pública aumenta a preocupação dos seus adversários…

1- SENHORES E SENHORAS,

ao longo do ano passado foi muito comentado a questão da união de grupos políticos com intuito de formatar uma única candidatura de oposição à candidatura à reeleição do prefeito Zé Carlos do Pátio, que com um quadro ainda indefinido de pré-candidatos, hoje venceria a próxima eleição para continuar como prefeito de Rondonópolis por mais quatro anos. Este grupo ainda segue em frente, porém no andar da carruagem, estamos percebendo cada vez mais que essa de candidatura de oposição unificada está ficando cada vez mais inviabilizada. E começaremos a nossa análise falando sobre o atual número de pré-candidatos a prefeito existente na cidade, o que também leva a crer que teremos uma eleição atípica neste ano, isso sem ainda comentar aqui os impactos das novas regras da minirreforma das leis para as eleições e código eleitoral, que em sua maioria entrarão em vigor neste pleito eleitoral municipal.

2 – HOJE,

o famoso grupo que prega uma candidatura unificada de oposição é formado pelos pré-candidatos a prefeito e seus partidos políticos: Thiago Silva (MDB), Thiago Muniz (Dem), Rodrigo da Zaeli (PSDB), Luizão (Pros), Ibrahim Zaher (PSD), Adilton Sacheti (PRB), deputado Claudinei Lopes (PSL), o PSD, que no grupo é representado pelo deputado estadual Nininho, o qual ainda não apresentou nenhuma pré-candidatura, assim como o Podemos, que segue participando das reuniões do grupo e o seu líder maior, deputado federal José Medeiros já anunciou, recentemente, o nome do professor Dr. Cadú como candidato a prefeito.

DE FORA

deste grupo ainda têm pré-candidatos a prefeito como o professor Ubaldo Barros (Cidadania), o Cláudio Paisagista (Democracia Cristã), o ex-vereador Márcio Bertoni (PV) – que segundo comentários já desistiu da disputa, e o PV está articulando um outro candidato, inclusive sendo ventilado o nome do empresário Ivonei Resmini; têm ainda o empresário Michel Pagno (PSL ou o novo Aliança, partido em formação pelo presidente Bolsonaro), o doutor Kleber (PT) e o jovem pré-candidato a prefeito pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Kleison Teixeira. Todos estes últimos não se manifestaram, de forma alguma, em se juntar ao grupo que prega uma candidatura unificada a prefeito. Todos se mostram com projetos independentes em busca da sucessão municipal. E isso já nos basta para tirarmos da cabeça de que poderemos ter duas candidaturas a prefeito, ou seja, Zé do Pátio e outro nome apoiado por todos os demais partidos políticos. Isso sem contar uma segunda análise que iremos discorrer nas próximas edições da Coluna e, além disso, detalhar a miúdo o potencial político de cada um destes pré-candidatos a prefeito, que se alimentam apenas do sonho de um dia chegar ao Palácio da Cidadania, como é chamado o prédio da Prefeitura de Rondonópolis, e alguns deles se valendo da esperança da “onda Bolsonaro”, a qual iremos explicar na semana que vem, cuja influência nesse pleito será muito diferente da eleição nacional, pois naquela oportunidade foi um quadro geral de insatisfação popular que acabou culminando no resultado da eleição presidencial, através das redes sociais. No entanto, o cenário municipal hoje é muito diferente, pois o prefeito Zé do Pátio, apesar de sofrer uma grande rejeição, também ostenta uma boa aceitação de sua administração pelos bairros de Rondonópolis. Isto não é nenhum paradoxo, e é o que explicaremos nas próximas colunas.

 

3 – NO ENTANTO,

mesmo sem essa candidatura unificada para bater Zé do Pátio, não existe essa do “já ganhou” para “A” ou para “B”, ainda mais em Rondonópolis onde a população é bastante politizada. Com um detalhe a mais, nunca houve uma reeleição no município, portanto, que o nosso prefeito coloque “suas barbas de molho”.

 

4- SOBRE ZÉ DO PÁTIO,

ressaltamos ainda que o fato dele estar com a “Máquina nas mãos”, pode ser um trunfo a mais em relação aos outros pré-candidatos a prefeito. Porém o conselho aqui da Coluna para o atual prefeito, é para ele se atentar às mudanças eleitorais, as quais já falamos que em sua maioria entram em vigor neste pleito eleitoral. Nesta semana que passou, vimos muita propaganda do prefeito falando em obras entregues, circulando nas redes sociais. Será que a produção destas propagandas faz da estrutura de comunicação municipal, ou Pátio já montou uma equipe independente de marketing? É comum numa eleição ouvir um adversário acusar o governante da vez de usar a máquina pública, de usar a estrutura estatal em causa própria. Seja pra se reeleger, seja para eleger aliados. Será que isso está ocorrendo em Rondonópolis? Vale lembrar que condutas assim cabem multas e outras penalidades eleitorais, inclusive cassação. Temos ai um exemplo da senadora juíza Selma, que foi cassada por propaganda extemporânea, ou seja, antes do período eleitoral permitido.

5 – FOMOS INFORMADOS

que o grupo de políticos “unificados” encomendou uma pesquisa eleitoral pelo valor de R$ 40 mil, onde definirá a miúdo qual o nome com mais potencial para disputar a Prefeitura de Rondonópolis. Sabe-se que a pesquisa seria entregue para o grupo até este final de semana, mas esta não seria a primeira realizada na cidade, pois também existem outras já encomendas por outros seguimentos sociais, que além de avaliar a atuação do atual prefeito em todos os setores, ainda apontam quais as principais demandas da cidade.

AGORA

outra informação de bastidores é que estas pesquisas além pontuar pré-candidatos do grupo unificado, ainda estaria pontuando nomes de pessoas de muita expressão, mas que nem estariam participando das discussões para formação de candidatura. Um destes nomes é do empresário do ramo de carnes, Marco Túlio Soares, também presidente do Sicredi Sul. O qual é tido por muitos dirigentes políticos, que ele tem cacife até mais que o deputado estadual Thiago Silva (MDB) para derrotar Zé do Pátio na urnas. Muitos líderes partidários avaliaram para a nossa Coluna que se Marco Túlio resolver se candidatar a prefeito, conseguirá reunir um arco de aliança com até 80% dos partidos locais. Será mesmo? Ou isso faz parte de uma sedução política para atrair o empresário para a disputa? Sabemos que Marco Túlio já recebeu convites de várias siglas para se candidatar a prefeito, inclusive do MDB, no qual já teria espaço garantido e o nome de Thiago Silva seria trabalhado para a disputa à Câmara dos Deputados em Brasília no ano de 2022.

 

DEIXE UM COMENTÁRIO

Please enter your comment!
Please enter your name here