Censo contabilizou 991 pivôs centrais localizados, em uma área irrigada de 128.639 hectares

 

A Associação dos Produtores de Feijão, Trigo e Irrigantes de Mato Grosso (Aprofir) recentemente finalizou um estudo, com objetivo de mapear todas as áreas irrigadas no estado coletando informações detalhadas que posteriormente poderão ser acessadas pelos associados. Com uma margem de acerto superior a 98%, o censo contabilizou 991 pivôs centrais localizados, em uma área irrigada de 128.639 hectares distribuídos em 43 municípios.

O Sistema de Informação Geográfica (Sig) foi criado para a realização da tarefa, o Sig-Aprofir que utilizou três plataformas de satélites com vários tipos de resolução espacial e temporal e é apresentado por temas de informações, como por exemplo: a localização, a quantidade e o tamanho de área irrigada no Mato Grosso, um conjunto de dados essenciais para a gestão dos trabalhos da Aprofir e seus associados.

O engenheiro agrônomo e responsável pelo estudo, Gabriel Mancila explica que o Sig-Aprofir permitirá uma amplitude de informações a seus usuários e instituições. “Para atender esta demanda que se torna ferramenta obrigatória na gestão da Aprofir, foi montado o Sig-Aprofir, constituído por uma suíte de aplicativos em plataforma livre (sem custo dos programas utilizados) a qual tem a finalidade de ferramentar a coleta de dados a campo, o armazenamento destes dados e dos dados de outras instituições como SEMA, IBGE, ANA entre outras. Em um banco de dados com complementos que permitem o armazenamento e manejo de dados espacialmente georreferenciado”, disse.

A gerente do Departamento Agrícola da Aprofir, Laura Stella Silva destaca a importância da reunião destas informações, além do associativismo como fortalecimento do setor das áreas irrigadas em Mato Grosso. “A associação visa por meio dos cadastramentos dar continuidade às atividades, buscar soluções junto às entidades e órgãos responsáveis, aumentar a representatividade do setor, atuar na solução de demandas, reduzir os gargalos das cadeias, desenvolver em parceria com câmaras técnicas pesquisas visando produção com qualidade. Ressalta-se que não há custo para se tornar um associado, o mesmo ficará condicionado a realização de trabalhos, projetos em prol do setor”, finalizou.

 

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