Segurança é acusado de assassinar a colega de trabalho com ao menos dez tiros em condomínio de luxo – (Foto: Arquivo)

 

(Foto: Arquivo)

O segurança Bruno de Lima Pereira, 27 anos, preso pelo assassinato de Renecléia Aparecida Bispo, 41 anos, ocorrido no dia 24 de setembro do ano passado, na portaria do condomínio Village do Cerrado, irá passar hoje (14), a partir das 15 horas, na 1ª Vara Criminal no Fórum local, pela primeira audiência do processo, que deverá definir se o acusado será ou não pronunciado a júri popular.

De acordo com o advogado Júnior Mendonça, que defende o acusado, a defesa irá tentar provar em juízo a insanidade mental de seu cliente na época do fato. O segurança é acusado de matar Renecléia Aparecida Bispo dentro do condomínio de luxo com pelo menos 10 tiros.

 

 

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Testemunhas afirmaram que o segurança, depois de descarregar a arma, municiou novamente e voltou a disparar contra a vítima. Em seguida fugiu numa moto em direção à Vila Paulista. Seguido por populares, o acusado caiu com a motocicleta, mas, mesmo assim, conseguiu fugir a pé e se esconder numa propriedade rural. Na fuga, Bruno deixou cair a arma do crime e um colete. Na madrugada do dia 26 de setembro foi capturado na região central de Rondonópolis, por volta das 3h35.

De acordo com o Boletim de Ocorrência (BO), em patrulhamento pelo Centro durante a madrugada, os policiais o viram andando a pé em direção ao bairro Jardim Amizade (endereço da casa da mãe do suspeito). Ao realizar a abordagem, Bruno foi identificado como o homem procurado pelo homicídio e foi dada voz de prisão. Na sequência, ele foi encaminhado para a 1ª Delegacia de Polícia.

No momento da prisão, os policiais conversaram com o suspeito, que disse que cometeu o crime porque a vítima o teria ofendido. “Ela me faltou com respeito e desacreditou da minha pessoa, e me levou a fazer isso”, disse aos policiais na época. Bruno ainda relatou que, após ficar por quase dois dias escondido na mata, tentou retornar para a cidade em busca de água e comida na casa da mãe. Hoje o acusado está preso no anexo da Mata Grande por força de um mandato de prisão preventivo.

 

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