Com 76 gols, brasileiro Carlos Eduardo é o maior artilheiro estrangeiro do Al Hilal – (Foto: Divulgação/Al Hilal)

O dia de hoje (14) será um dia histórico para o brasileiro Carlos Eduardo. O meia entrará em campo pela primeira vez no Mundial de Clubes para defender o Al Hilal, da Arábia Saudita, diante do Espérance, da Tunísia. A partir das 10h, as equipes começam a definir quem ficará com a vaga na fase semifinal da competição e enfrentará o Flamengo.

Em entrevista à CBF, o brazuca falou sobre a participação inédita do time saudita no Mundial, que este ano será disputado no Catar.

“Eu acho incrível, estamos muito empolgados em fazer uma grande participação, do tamanho realmente da nossa equipe, nossa instituição. O Al Hilal investe realmente pensando em disputar esse tipo de competição, de chegar forte em campeonatos como esse, então estamos muito felizes com a oportunidade”, disse.

Sediado na capital Riad, o Al Hilal conseguiu a classificação com a conquista da Liga dos Campeões da Ásia. Já o adversário é o atual campeão da Liga Africana.

“(…) Será um jogo muito complicado, eles também, com certeza, vêm com o melhor deles, são campeões, então temos certeza de que será um jogo dificílimo”, analisou.

No caso de vitória diante do time da Tunísia, os sauditas terão pela frente o Flamengo, que está embalado após o título da Libertadores. No entanto, Carlos Eduardo prefere manter a cautela ao falar da equipe brasileira e focar apenas no primeiro jogo.

“Temos de pensar realmente no primeiro jogo. Claro que sabemos que nosso adversário pode ser o Flamengo se passarmos, mas não dá para traçar um plano ou qualquer coisa assim para este segundo jogo. Temos de dar nosso melhor já no primeiro e buscar essa classificação”, ponderou.

DESDE 2015 NA ARÁBIA SAUDITA

Aos 30 anos, Carlos Eduardo se orgulha de sua trajetória no Al Hilal, com títulos e a incrível marca de ser o estrangeiro com mais gols da história da equipe, com 76 gols marcados até agora.

“Já são quase cinco temporadas com essa camisa, sou o maior artilheiro estrangeiro da equipe, por isso me vejo, sim, na história do Al Hilal. Sou muito feliz desde que cheguei aqui, muito bem tratado, sempre tendo toda a estrutura para trabalhar feliz e considero que entreguei o que se esperava de mim”, afirmou.

Com passagens por São Bento-SP, Desportivo Brasil-SP, Ituano-SP, Fluminense e Prudente-SP, o meia está fora do país desde 2012, quando foi para o Estoril, de Portugal. Ainda em terras lusitanas defendeu o Porto e antes de chegar ao time saudita, em 2015, atuou pelo Nice, da França. Questionado sobre um possível retorno ao Brasil, Carlos Eduardo deixou as portas abertas, mas mantém o foco no momento: o Mundial de Clubes.

“Eu não tenho planos de jogar aqui ou ali. Vivo o momento. Como eu disse, sou muito feliz vestindo a camisa do Al Hilal, mas não descartaria nenhuma outra possibilidade. Sei que muitas equipes chegam, consultam meu empresário, tanto do Brasil quanto da Europa ou outros centros, mas estou focado em jogar este Mundial no nosso máximo”, finalizou.

 

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