Brasil venceu a Coreia do Sul por 3 a 0 – (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

O ano de 2019 terminou para a Seleção Brasileira Principal. Com a vitória por 3 a 0 em cima da Coreia do Sul ontem (19), em Abu Dhabi, o time comandado por Tite encerrou um ano que teve como auge a conquista da Copa América em casa. Agora, a equipe volta a ser convocada apenas em março de 2020, já para a disputa das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022.

Entre o término da Copa do Mundo de 2018 e o início da Copa América, Tite e sua comissão técnica utilizaram os amistosos para observar novos jogadores e formas de jogar para a Seleção Brasileira. Agora, após a conquista do torneio continental, eles repetiram a estratégia. Segundo o técnico, esta etapa terminou neste jogo contra a Coreia do Sul.

“Terminamos a fase de oportunidades, de mudanças, de modificações de sistema, de oportunizar nomes. Agora termina esse ciclo para a gente ter condições de projetar competições, com a necessidade de desempenho e resultado associados. Hoje (ontem) começamos o jogo com seis sub-23, depois entraram mais três. É a construção da equipe, que vai dando know-how, experiência, lastro”, afirmou.

Diante da Coreia do Sul, a Seleção Brasileira entrou com cinco mudanças no time titular em relação ao jogo contra a Argentina, na sexta-feira passada (15) (derrota do Brasil por 1 a 0). Além da alteração nos nomes do onze inicial, Tite também fez ajustes no sistema de jogo da equipe.

“A gente teve amplitude com lateral jogando na última linha, como o Lodi, com Couto (Coutinho) por fora. Ele jogou muito hoje (ontem), talvez essa seja a posição que o Couto mais produziu, tanto de um lado quando do outro. Quando ele vem de fora desequilibra. É meio quebra-cabeça. Você tenta potencializar os atletas, ajustar”, explicou.

Enfrentar seleções fortes estava dentro do planejamento da Seleção Brasileira, de se testar diante de adversários que lhe trouxessem dificuldades. Para César Sampaio, que se tornou auxiliar técnico da equipe após a Copa América de 2019, os coreanos se enquadram neste grupo.

“Um time forte, com muita mobilidade e uma linha ofensiva de muita agressividade. Buscamos enfrentar equipes que nos criassem dificuldades e a Coreia do Sul está neste patamar. Sem falar do Son, um jogador extraordinário”, comentou o ex-jogador da Seleção Brasileira.

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