Uma força tarefa composta por secretarias e técnicos irá realizar um estudo visando elaborar uma política de controle populacional dos pombos em Rondonópolis – Foto: Divulgação

 

Uma força tarefa, composta pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), Secretaria de Saúde, Unidade de Vigilância em Zoonoses (UVZ), biólogos e médicos veterinários vai resultar na realização de um estudo visando o controle populacional dos pombos, cujo número cresceu muito na cidade nos últimos tempos. A preocupação dos órgãos é com a possibilidade de transmissão de doenças pelas fezes das aves, que podem provocar diversos tipos de males à população.

Para começar a organizar os trabalhos de controle populacional dos pombos, foi realizada uma reunião na manhã de ontem (29), quando foram analisadas formas de proceder em relação ao excesso de pombos na cidade.

Não foi anunciada uma data para o início dos estudos, mas os resultados serão apresentados para a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), juntamente com um plano de ação, além de outras informações, já que será preciso uma autorização do órgão ambiental estadual para que as ações de controle da superpopulação de pombos possam ser executadas.

Segundo a prefeitura, a UVZ recebe diariamente mais de 30 ligações telefônicas com questionamentos e reclamações sobre os pombos, que mesmo sendo amistosos e aparentemente inofensivos, podem causar danos à saúde, já que suas fezes secas podem contaminar os pulmões quando inaladas, caso contenham fungos e bactérias responsáveis por doenças nos aparelhos respiratório e digestivo.

 

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