Valor de mercado de madeira apreendida em 10 dias de operação é de R$ 1 milhão – Divulgação

 

Entre os dias 3 e 12 deste mês, uma Operação Ambiental Integrada realizada de forma conjunta entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF), Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea), Polícia Militar Ambiental, Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) e Juizado Volante Ambiental (Juvam), fiscalizou o transporte de madeira na BR-163/364 e detectou diversas irregularidades.

A operação é fruto de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) que prevê a integração entre os órgãos, para a fiscalização de transporte irregular de madeira. Em Rondonópolis, a fiscalização se concentrou no Posto da PRF, na saída para Cuiabá. Os veículos com carga de madeira eram abordados diuturnamente e os fiscais verificavam a carga e documentação.

Com o mesmo modelo de operação estendido para outras cidades (Barra do Garças e Diamantino), ao fim foram contabilizados em 10 dias um total de 629,36 m³ (metros cúbicos) de madeira apreendida. A madeira apreendida não tinha autorização para transporte e, possivelmente, também não tinha liberação para corte.

O balanço preliminar aponta que toda essa madeira renderia, no mercado, valores em torno de R$ 1 milhão. Além disso, somente em sonegação fiscal, o Estado deixaria de arrecadar cerca de R$ 300 mil.

 

Os transportadores, madeireiros e compradores foram identificados e autuados, e deverão responder pelo crime ambiental cometido. No total, foram apreendidos 21 veículos e autuadas 21 pessoas. Desse número, somente em Rondonópolis foram 15 apreensões e 15 conduções.

A madeira apreendida em Rondonópolis fica agora sob tutela da Justiça, armazenada no pátio da Semma. Como acontece, ela deve ir a leilão e os recursos depositados no Fundo Municipal de Meio Ambiente, para serem utilizados em projetos na área ambiental, aprovados pelo Conselho Municipal de Meio Ambiente.

 

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