Max Ferraz, em visita ao A TRIBUNA, disse que irá comprovar sua idoneidade – A TRIBUNA

 

O músico Maximiano Ferraz de Almeida, mais conhecido como Max Ferraz, se disse tranquilo com relação à Ação Civil de Responsabilidade movida pelo Ministério Público Estadual (MPE), para apurar suposta irregularidade na contratação de sua empresa, Max Ferraz Produções Artísticas, para a realização de um show gospel nas comemorações do aniversário do Município de Rondonópolis em 2014.

Conforme noticiado pelo A TRIBUNA na última terça-feira (8), a Segunda Promotoria de Justiça Cível de Rondonópolis está movendo a ação, com pedido liminar de indisponibilidade de bens na ordem de R$ 80 mil, contra o ex-prefeito de Rondonópolis, Percival Santos Muniz, e também o músico.

 

 

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Segundo o MPE, a contratação da Max Ferraz Produções Artísticas, que contratou um grupo musical para se apresentar no Casario, feriu a Lei de Licitações. Ainda na ação, o MPE sustenta que houve um superfaturamento com relação aos custos para trazer a banda até a cidade.

Max Ferraz, em visita ao A TRIBUNA, disse que não houve nenhuma irregularidade com relação a lei de Licitações, e que, com relação aos valores gastos para trazer a banda até Rondonópolis, houve um engano por parte da funcionária de uma empresa de viagens, que emitiu notas para um traslado de Cuiabá a Rondonópolis e vice-versa, quando na verdade seria de Rondonópolis a São Paulo, local de origem da banda.

“Não houve nenhum tipo de má-fé e vamos apresentar toda a documentação para comprovar isso. De minha parte, estou muito tranquilo e consciente da minha idoneidade sobre este fato”, disse à reportagem, lembrando que tem uma história em Rondonópolis e que, os moradores da cidade, conhecem seu trabalho e caráter.

Pelo menos até o fechamento da edição, a Justiça ainda não havia se manifestado sobre o pedido liminar do MPE para o bloqueio de bens na ordem de R$ 80 mil do músico e do ex-prefeito Percival Muniz.

 

 

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