Pontes estão em situação precária e moradores cobram reforma prometida – Divulgação

 

Os moradores da região conhecida como Cascata, que compreende diversas comunidades e assentamentos, estão descontentes com a situação de pontes e cobram ação do poder público. Um dos casos mais críticos é registrado no Assentamento São Francisco, em que a ponte, mostrada na foto, está dificultando a vida das crianças que precisam passar pelo local para ir até a Escola Municipal Padre Dionísio, que fica na Gleba Cascata.

 

 

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O presidente da Associação, Carlos Bispo, que também mora no Assentamento São Francisco, contou à reportagem que tem duas filhas e que, devido as condições da ponte, o ônibus escolar não consegue mais passar pelo local. “Por causa da ponte há alunos que precisam caminhar até 4 km para conseguir pegar o ônibus”, contou.

Segundo informado, uma reunião foi realizada no dia 21 de maio na Escola Padre Dionísio, com a presença do prefeito, José Carlos do Pátio (SD), dois vereadores (Vilmar Pimental e Beto do Amendoim), seis secretários municipais e a presidente da Coder, Nívea Calzolari. Na ocasião, segundo Carlos Bispo, foi prometido aos moradores a recuperação de sete pontes da região e também melhorias nas estradas.

 

“Depois dessa reunião, foi marcada uma outra após 90 dias. Só que no dia 22 de agosto, antes mesmo da próxima reunião, as máquinas que estavam na região já foram embora”, explicou. No período em que as máquinas estiveram no local, segundo informado, só houve a recuperação de uma ponte (linha 2 da Cascata), parte das estradas da Gleba Cascata e a estrada do Banco da Terra.

O presidente da Associação também reclama da falta de respostas sobre quando o trabalho será retomado e cobra que as pontes, que estão colocando os moradores em risco, sejam recuperadas.

 

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