Gilberto Figueiredo, secretário de Saúde: “a gestão pública precisa estar atenta à saúde da população carcerária” – Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

 

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), publicou, no Diário Oficial que circulou na quinta-feira (19.09), o edital do processo seletivo para a contratação temporária de cinco profissionais da área de saúde para prestarem serviços médicos no âmbito do Sistema Penitenciário.

As vagas ofertadas são para Cuiabá (1), Rondonópolis (1), Sinop (2) e Juína (1). De acordo com o documento, as inscrições são gratuitas e poderão ser realizadas a partir desta segunda-feira (23.09), das 8h às 17h em dias úteis. O prazo se estende até o dia 04 de outubro.

 

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Os interessados pela vaga de Cuiabá devem efetivar a inscrição na sede da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), localizada no Centro Político Administrativo. Já os candidatos às vagas de Rondonópolis, Sinop e Juína devem se inscrever nas unidades prisionais das respectivas cidades.

Ainda de acordo com o documento, a seleção dos profissionais será feita por meio de análise curricular de caráter eliminatório e classificatório. A análise será realizada nos dias 07 e 08 de outubro; o resultado final do processo seletivo está previsto para ser divulgado em 10 de outubro.

 

Conforme o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, a contratação visa suprir as necessidades médicas dos reeducandos que precisam de atendimento e acompanhamento médico nas dependências das unidades prisionais. “A gestão pública precisa estar atenta à saúde da população carcerária, de forma a controlar e evitar a proliferação de doenças infectocontagiosas. Para isso, contaremos com mais profissionais atuando nesta área”.

O coordenador de Saúde do Sistema Penitenciário da SESP, Hozano José Delgado, explica que os médicos desenvolverão ações de saúde dentro das unidades, nos moldes da atenção básica, e prestarão assistência aos reeducandos com a finalidade de garantir um melhor atendimento de saúde às pessoas.

“Evitaremos assim o contato dos reeducandos com a população no geral e com as unidades de saúde de nível básico e nível hospitalar, além de diminuir o risco de propagação de doenças que são mais recorrentes dentro do sistema prisional”, acrescenta Hozano.

 

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