(*) Márcio Martins

Completar uma prova, um desafio, curso, concurso, maratona, estudos… É muito difícil, imagine o Ironman ainda mais de muletas, tal como acreditar que as coisas podem ser bem administradas no País.

Muletas que não são pretextos, mas sim, podem ser equipamento – nesse caso instrumento necessário para fazer o que é preciso fazer, mas o que é preciso se não fazer a função que deve ser feita…

Nossa… Função de cidadão, ‘pouca’ ou não na ação de exercitar um posicionamento de responsabilidades sociais, fazendo-nos acompanhar o dinheiro público, ações políticas que são de uma sociedade carente e triste pelo número crescente de necessidades puramente humanas; amor, perdão, gestão – mas honestidade e inteligência de ver, ler e fazer.

E o que eu faço?

Freire (2011, p.9), afirma que “Estudar é, realmente, um trabalho difícil. Exige de quem o faz uma postura crítica, sistemática. Exige uma disciplina intelectual que não se ganha a não ser praticando-a”.

Praticar – Vejamos que leal a princípios, podemos dizer novamente a honestidade, ao que é do País querendo o repensar do que podemos fazer de mais e melhor pela justiça verdadeira e não ilusória, daqueles quem pedem decoro e decoro fazendo in’jus ao que da população, porém como anda a nossa leitura?

Conforme Freud (2002, p.9), é impossível fugir à impressão de que as pessoas comumente empregam falsos padrões de avaliação – Isto é, de que buscam poder, sucesso e riqueza para elas mesmas e os admiram nos outros, subestimando tudo aquilo que verdadeiramente tem valor na vida.

Valor – Sem muletas, palavrões – nem máscaras e sim despido de in’verdades para o caminho sem pré-textos.

(*) Márcio Martins é psicopedagogo Dr.(t) em Ciência da Educação/UNC – [email protected]

 

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