Deputado Delegado Marcelo Freitas, relator na comissão: “a medida irá conferir mais proteção a toda a sociedade” – Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

 

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou, na semana passada, Projeto de Lei que cria um cadastro nacional de pessoas condenadas por crimes hediondos ou equiparados.

Segundo o texto, o cadastro criado será administrado pelo governo federal com a cooperação dos estados, do Ministério Público e do Poder Judiciário, e reunirá dados dos criminosos, incluindo o perfil genético.

 

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Relator na comissão, o deputado Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG) ponderou que a proposta poderá ser aprimorada do ponto de vista da constitucionalidade, mas ressaltou que essa análise caberá à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Freitas apresentou parecer favorável aos objetivos da iniciativa.

“Ao instituir o Cadastro Nacional de Condenados por Crimes Hediondos e Equiparados, o Estado assegura à Justiça condições objetivas para monitorar os autores desses crimes, de modo a assegurar maior proteção e sensação de segurança à sociedade”, disse.

 

Os crimes hediondos são aqueles considerados mais graves pela legislação, como: ação de grupos de extermínio, crimes contra a vida, estupro, exploração sexual de crianças e adolescentes, tortura, tráfico, entre outros.

A proposta não determina quem poderá acessar os dados incluídos na base nacional.

 

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