A Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla acontece todos os anos durante o período de 21 a 28 de agosto. Este ano, durante este importante período de atividades e de debates, com o objetivo de colocar a sociedade em reflexão sobre o dever de todos nós de promover a igualdade e a inclusão, tivemos nas páginas do A TRIBUNA uma reportagem que se mostrou um grande exemplo. Mostramos a história da professora Priscila Lopes Ferreira, de 30 anos, professora de Libras (Língua Brasileira de Sinais) da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR). A história de vida dela é um verdadeiro “tapa na cara” de todos aqueles que diariamente duvidam de suas próprias capacidades, e desistem antes mesmo de tentar.

 

É claro que, no campo da deficiência, que compreende vários setores, há casos e casos. Priscila possui uma deficiência auditiva, que é um campo diferente da deficiência intelectual e múltipla, da qual se trata essa semana especial. Mas, conhecer a sua história nos faz pensar em como as oportunidades e o incentivo podem fazer a diferença na vida das pessoas com qualquer tipo de deficiência. A professora nasceu com surdez profunda, teve muitas dificuldades durante a infância por não saber a língua de sinais, mas com o apoio e ajuda da mãe hoje leciona, pois desenvolveu a fala. A trajetória para chegar até esse momento não foi fácil para ela, mas a força e a vontade a fizeram vencer os obstáculos.

 

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Por isso, lembramos aqui de como é importante combatermos o preconceito contra as pessoas com deficiência, que sabemos ainda ser grande, bem como termos a consciência da necessidade de apoiar, promover a igualdade e cobrar inclusão. Da mesma forma que buscamos combater a exclusão provocada pelas diferenças sociais, de gênero, racial e outras, devemos também combater a exclusão ao deficiente e cobrar inclusão, oportunidades e direitos iguais, acesso aos bens e serviços que são oferecidos a todos.

Assim, seja a deficiência auditiva, visual, física, intelectual ou múltipla, poderemos diminuir um pouco as dificuldades que tantas pessoas como a Priscila passam para conseguir atingir seus objetivos. É nosso dever como cidadão, é nosso dever como sociedade.

 

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