Por um fundo rotário

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(*) Jerry Mill

Desde que eu ingressei no quadro associativo do Rotary Club de Rondonópolis, em 2012, graças à indicação feita pelos companheiros Maria Janice Logrado de Souza (jornal A Tribuna) e Marco Antônio Chagas Ribeiro (que estava na 105 FM na época), eu vivi e tenho vivido muitos momentos especiais (mas nem sempre celestiais) simplesmente por fazer parte das fileiras deste clube de serviço que, fundado em 1968, muito fez, faz e certamente fará pelo nosso povo e pela nossa cidade, pois isso está no seu rol de prioridades desde os seus primórdios – e também no seu DNA.

Nesse período, uma das poucas coisas que me surpreenderam (negativamente) foi a não existência de um fundo monetário para a manutenção do próprio clube ou para o investimento naquilo que é do seu interesse, como as suas campanhas, os seus eventos e aquela que (na minha opinião) deveria continuar a ser a sua prioridade número 1: a Santa Casa. Além disso, esse fundo pode ser utilizado em momentos de alegria (nascimentos, batizados, casamentos, aniversários etc.) ou de tristeza (doença, tratamento, morte, velório, enterro etc.), bem como no caso de viagens de interesse (para a Conferência Distrital, Instituto Rotário, Convenção Internacional, chegada ou partida de intercambistas etc.), e em outras possibilidades (dentre as quais eu destaco a decoração do clube, a melhoria da cozinha, a aquisição de eletroeletrônicos etc.).

Hoje, passados alguns anos do meu ingresso no clube, e depois de tantas gestões, finalmente surgiu um companheiro presidente que parece ter compreendido a necessidade e urgência de ser criado, mantido e (gradativamente) aumentado o nosso fundo rotário, uma ideia tão óbvia quanto essencial se o objetivo é manter no azul a situação financeira e no alto a atmosfera institucional do RC de Rondonópolis nos momentos de menor ou maior dificuldade.

Assim sendo, torço para que o presidente 2019-20, Reinaldo Alves de Aguiar, consiga fazer bom uso dos projetos que tanto eu quanto outros companheiros têm apresentado para a atual gestão com o intuito de trazer recursos financeiros para a nossa instituição e, de forma direta ou indireta, manter/aumentar a nossa credibilidade junto à comunidade local, servir de inspiração para os demais clubes de Rotary da cidade e deixar um legado capaz de orgulhar rotarianos inesquecíveis como Nelson Pereira Lopes, Elmo dos Santos Bertinetti e Lamartine da Nóbrega, dentre outros.

(*) Jerry Mill é mestre em Estudos de Linguagem (UFMT), presidente da Associação Livre de Cultura Anglo-Americana (ALCAA), membro-fundador da ARL (Academia Rondonopolitana de Letras) e associado honorário do Rotary Club de Rondonópolis

 

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