(*) Francisco Assis

Ela deixou a marquinha à vista
Sob a bela luz de neon
Havia muitos homens na pista
O trem estava danado de bom.
Aquilo refletia feito o pecado
Levando a mente a viajar
Que corpo lindo tão bronzeado
Mas cabia apenas um olhar.
Desprendia sensualidade
Penetrava seu dedo na boca
Naquele batom incolor.
Era um anjo em poucas roupas
Que sumiu no final da noite
Em companhia de predador.

(*) FRANCISCO ASSIS SILVA é poeta e militar
email: [email protected]

 

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