Ficou para a volta! Furacão e Flamengo ficam no empate na Baixada

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Athletico-PR e Flamengo mediram forças pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil – Foto: Jason Silva/Agif

 

Ficou para o Maraca! Na noite de ontem (10), Athletico-PR e Flamengo mediram forças pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil. Na Arena da Baixada, o duelo rubro-negro terminou 1 a 1 e vai para o Rio de Janeiro completamente indefinido. O segundo e derradeiro encontro entre as equipes está marcado para o próximo dia 17.

Na Arena da Baixada, o Flamengo tentou surpreender o Athletico e ensaiou uma pressão logo nos primeiro minutos da partida. Aos três, Vitinho mandou uma bomba para o gol e viu bola passar tirando tinta da meta paranaense. Após o susto inicial, o Furacão colocou ordem na casa e passou a ter o domínio do jogo. Mas as melhores chances do Furacão apareceram somente depois dos 40 minutos da primeira etapa. Aos 44, Nikão soltou o pé para grande defesa de Diego Alves. Já nos acréscimos, foi a vez de Bruno Guimarães arriscar a finalização e, novamente, o arqueiro carioca apareceu para evitar o gol. E ainda teve tempo para mais. Aos 47, Lucas Halter pegou uma sobra na área e, de frente para meta, mandou para fora.

E se o placar ficou zerado nos primeiros 45 minutos, na volta do intervalo a história foi diferente e o jogo ganhou em emoção. Com menos de cinco minutos, o Athletico abriu o marcador. Depois de cobrança de escanteio, Léo Pereira apareceu livre para balançar as redes: 1 a 0. Na marca dos 19, veio o empate do Flamengo. Gabriel aproveitou uma falha da defesa adversária, ganhou da marcação e mandou por cima do goleiro do Furacão: 1 a 1. E os visitantes queriam mais. Aos 24, Arrascaeta cobrou escanteio na medida para Bruno Henrique, que cabeceou bonito, mas Santos fez milagre para impedir a virada. Na sequência, foi a vez do time da casa voltar ao ataque. Nazário pegou uma sobra na área e bateu forte, mas Rodrigo Caio salvou o Fla quase em cima da linha. O Athletico ainda teve uma última chance com Nazário, que parou nas mãos de Diego Alves.

 

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