Locomotiva

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(*) Francisco Assis

A locomotiva das treze horas
Enfrenta frio e cerração
Assusta a fauna em meio à flora
Desse a montanha sobe espigão.
Solta fumaça emite som
Chega estremecer vidraças
O trem balança, mas é bom.
Naquele horário sempre passa.
Mergulha em túnel de pedra
Cheia de pessoas amada
Como se fosse vagões em queda
Em mata bruta fechada.
Aponta o peito doutro lado
Com sua estrutura no engate
Algo gigante já fabricado
Façais de vez o resgate.
Ela oferece um visual
Que reflete nos olhos da gente
Uma paisagem bela bem natural
Com flores exóticas várias nascentes.
Quando Maria chega ao final
O maquinista celebra a vitória
Que passeio lindo sensacional
Cheio de paz cheio de glória.

(*) Francisco Assis Silva é poeta e militar – Email:[email protected]

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