Agronegócio: Revolução tecnológica exige cada vez mais qualificação de mão de obra

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A vocação do Brasil para o agronegócio levou o país para o centro de uma revolução que combina – por meio da tecnologia – produção e preservação ambiental. No entanto, a nação ainda enfrenta desafios no que diz respeito a capacitação e retenção de profissionais para uma melhor eficiência em sua produção.

Este foi o panorama apresentado pelo presidente nacional da John Deere, Paulo Herrmann, durante a palestra na 12° Parecis SuperAgro. Sob o tema “Inovação Tecnológica no Agro”, a atividade ocorreu nesta semana em Campo Novo do Parecis [a 430 km da Cuiabá]. O evento encerrou ontem, 12 de abril.

“Temos que nos orgulhar do nosso agronegócio. Do ponto de vista da sustentabilidade, temos produtos cada vez mais eficientes e estamos com tecnologia em tempo real – assim como ocorre em outros países. No entanto, há algumas oportunidades a se trabalhar. Um exemplo é a qualificação no campo. Nosso sistema de educação/ensino e de treinamento não evoluiu na mesma medida que a tecnologia. Temos que correr atrás disso”, ressaltou.

Paulo reforçou que o agronegócio segue em busca de profissionais em constante atualização para utilizar todo o arsenal disponível de recursos avançados no campo. “Hoje, entregamos um pacote tecnológico que está sendo usado, na melhor das circunstâncias, apenas 50% de seu potencial. Precisamos melhorar o uso desses equipamentos – que têm mais condições e performances a oferecer do que estamos utilizando”, destacou.

 

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