O barulho é o mesmo que vem de dentro?

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São as respostas ou as perguntas que nos movem? Podemos dizer que se é o desafio que nos movem, assim sendo muito mais seria a etapa a ser vencida, do que propriamente a chegada, não o conforto de um estado de permanência, mesmo que isso parece dificilmente executável e utópico.

Devem estar se perguntando – mas e a aí o barulho, onde entra? ‘Entra’, ele está no próprio ser, na própria natureza humana, da inquietude e busca, ou como diria no pulsional, chamado vida.

Muito mais do que somente o biológico de nascermos, crescermos e morrermos… Somos o que somos em pulsão e potencialidade, vistas ao melhor ou pior do ser… Com ou para a humanidade.

Vejamos que o barulho (não selecionado, ruim podemos dizer) é alterado como falamos em sons, movimentos, dinâmico inerente da vida, mas um vez tratar com todo cuidado entre natureza, pulsão de ir para uma direção, ou natural do seres, potenciais e o que o universo oferece… Até oportunidade de emprego ou não.

Pois bem – se o barulho interno for muito se dá atenção, ou busca-se minimizar de alguma forma, e se caso o barulho externo for muito, e maior que o interno, corre para o rio e vai pescar, talvez adiante, mas tentar possibilidades de diminuir a atenção, fazendo o que mesmo, qual sua receita?

Por Márcio Martins, psicopedagogo Dr.(t) em Ciência da Educação/UNC – [email protected]

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