Lua de Sangue

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(*) Leonardo Pereira Silva

A noite chegou, e com ela sua dama
O astro mais belo, uma luz na escuridão
Olhei pela janela, banhaste de brilho minha feição
Hoje está mais viva e bela, nunca vi coisa igual
É só um fenômeno raro? Ou nosso satélite agonizando?
Talvez eu esteja louco, ou apenas pensando demais
Mas eu prefiro acreditar, que assim como a terra
A lua está prestes a sangrar.

Lua carmesim no céu
Gotas de Sangue pingam como mel
Nem as nuvens conseguem te ofuscar
Me sinto hipnotizado
Para acompanhar a noite, uma leve brisa traz seu som
Portas rangendo, janelas batendo entram na dança
Nas trevas ela se transforma, um tom sombrio à contorna
A lua sangra diante dos meus olhos
Fenômeno astral com um tom sobrenatural
Finalmente, eclipse total
Por fim, as nuvens sepultaram a lua.

(*) Leonardo Pereira Silva, 17 anos, é estudante em Rondonópolis

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