Viagem Imaginária: Documentário mostrará Rondonópolis vista do alto

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Nessa imagem, a Igreja Metodista, eleita uma das Sete Maravilhas de Rondonópolis em uma campanha do Jornal A TRIBUNA, em 2007 – Foto: Rivian Dias

O escritor Hermélio Silva está trabalhando na produção de um documentário em vídeo sobre a história de Rondonópolis, mostrando os principais pontos de identificação da cidade vistos pelo alto, onde a pessoa terá a sensação de uma viagem imaginária, podendo conhecer a história local desde o começo de seus 65 anos a serem completados nesta segunda-feira (10), se tornando a segunda maior economia do estado de Mato Grosso. “Uma cidade bem traçada, com o entroncamento de duas rodovias federais. Tida como o celeiro do Brasil, progressista, futurista e acolhedora”, segundo o autor retratará em seu documentário.

“Esta produção é motivada pelo meu amor por Rondonópolis. Nela quero convidar as pessoas para fazerem uma viagem imaginária. Os visitantes, leitores, internautas, terão a possibilidade de conhecerem um pouco da nossa linda cidade. Inicialmente através desta matéria no melhor jornal da região Sudeste do Estado, o A TRIBUNA. Em seguida, nas redes sociais e, por final, estamos produzindo vídeos para transformar num documentário de 25 minutos, em parceria com o cinegrafista e editor Vandi Santos, para publicar no YouTube. Gastei 30 horas para produção do texto, nos dias 24 e 25 de novembro”, revelou Hermélio Silva.

Para se ter uma ideia, o documentário começa assim: “Estamos sobrevoando o local onde era uma estradinha de terra, e os caminhões ou ônibus-jardineiras levavam dias para chegar à beira de um rio de cor avermelhada, devido ao solo do leito rico em ferro, que os índios chamam de Pobóre e nós chamamos de Rio Vermelho. A ponte e o próprio rio são importantes monumentos para contemplação, e instrumentos que permitiram a cidade tornar-se um centro de miscigenação geográfica, quando acolheu aqui os baianos, mineiros, goianos, gaúchos, paulistas, brasileiros e estrangeiros de longínquas terras, sempre de braços abertos”.

Em outro trecho, descreve um importante ponto histórico da cidade: “Aqui não tinha ponte para atravessar o rio e o local de descanso era do outro lado da margem. A travessia era de balsa. Logo formaram umas casinhas, onde até o Marechal Rondon pernoitava, quando por aqui passava. Este é um lugar privilegiado, pois é neste local onde tudo começou a acontecer. Aqui é o conhecido Casario. É exatamente o local que surgiu a cidade de Rondonópolis, que já teve até outros nomes. Em 1918, Otávio Pitaluga conclui o projeto de urbanização da cidade, e foi o responsável pela mudança do nome do povoado para Rondonópolis, em homenagem Cândido Rondon. O Casario é o ‘Marco Zero’ de Rondonópolis. Foi nesse local que nossa Rondonópolis começou a ganhar contornos de cidade, pois era aqui que se decidia os destinos, se ficava na cidade ou adentrava ainda mais em busca de ouro, diamante ou outras riquezas”.

“Venha voar conosco, vamos competir com as araras urbanas e os pássaros – narra o autor na produção – para contemplar todo esse complexo, que é chamado de Parque das Águas. É uma área de lazer, com quadras esportivas e pista de caminhada. Aqui tornou-se um centro cultural, esportivo e de atração turística, tudo à margem do Rio Vermelho, na barra do cais do Ribeirão Arareau, que corta a cidade como se fosse uma artéria humana. Como tudo isso faz parte de um conjunto turístico optou-se em escolher como uma das Sete Maravilhas de Rondonópolis. Do outro lado da margem está a Vila Goulart, onde se encontra o exuberante Horto Florestal, local onde muita gente vem praticar esportes e contemplar o verde e os animais, principalmente nos finais de semana”, prossegue em mais um trecho do documentário que descreve cada detalhe importante de Rondonópolis.

A obra em documentário ainda destacará a história da Igreja Matriz e Praça Brasil, a Igreja Metodista, a Paróquia São José Esposo, o Rio Arareau, Parque de Exposições Vilmar Peres de Farias, o bairro Alfredo de Castro, os times da cidade e seus centros de treinamentos, a Avenida Médici, o Caiçara Tênis Clube, a Rodovia do Peixe, Aeroporto Municipal, Ferrovia, os índios, as culturas de algodão, milho, arroz e bovinocultura de leite, dentre outros, que poderão ser melhor conhecidos durante a viagem imaginária em documentário em vídeo que está por vir.

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