Hospital Regional: Serviços de higiene hospitalar foram paralisados por falta de pagamento

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Foto: Divulgação

Os problemas no Hospital Regional de Rondonópolis, referência em emergência e atendimento SUS para toda a região Sudeste de Mato Grosso, parecem não ter fim. Desta vez, pacientes e funcionários estão convivendo com a sujeira, algo impensável para uma unidade de saúde. Conforme informações recebidas pela reportagem, funcionários da empresa prestadora de serviços de higiene hospitalar no Regional, cruzaram os braços por determinação da própria empresa. Os pagamentos para a contratada estariam atrasados há três meses, sendo que a mesma, até o momento, estava bancando os salários de mais de 40 funcionários sem receber pelo serviço prestado.

Foto: Divulgação

Com essa paralisação, o lixo foi se acumulando pela unidade. Várias fotos mostram as lixeiras cheias nos mais diversos setores, banheiros sujos e o chão do hospital também bastante sujo. Não foi possível confirmar quando a paralisação dos terceirados teve início, mas apenas os reflexos dela. Segundo o Instituto Gerir, que administra o Hospital Regional de Rondonópolis, a empresa comunicou a paralisação do serviço e a direção do hospital negociava para o trabalho ser retomado ainda ontem (25),algo que não aconteceu até o fechamento da reportagem.

Fotos registradas por pacientes e funcionários mostram situação dentro de unidade hospitalar – Foto: Divulgação

A falta de limpeza não é o único problema do hospital, que enfrenta há dias uma paralisação dos médicos. O movimento teve início no dia 8 de outubro, por falta de pagamento de salários. Ontem (25), o Instituto Gerir informou que estava normalizando o pagamento. Já a última informação recebida sobre repasses, dá conta de que o débito do mês de agosto entre a Secretaria de Estado de Saúde (SES) e o Instituto Gerir já havia sido quitado. Na unidade, os serviços eletivos estão suspensos e somente os atendimentos de urgência e emergência garantidos.

1 COMENTÁRIO

  1. ABSURDO QUE VAI MUITO ALÉM DO BOM SENSO. QUANDO OS GESTORES DA COISA PÚBLICA SE CONSCIENTIZARÃO DE QUE SÃO FUNCIONÁRIOS A SERVIÇO DA POPULAÇÃO.

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