Cidades

(*) Amadeu de Paula

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Deprimem e encantam
cercadas de areias e bosques
em nosso ser se implantam
com suas dores e amores

Moradas dos humanos
origem de aventureiros
seus primevos foram anjos
que se amaram sorrateiros

As igrejas e suas agulhas
fendem as espessas nuvens e os elíseos campos
os recantos dos bons e dos pulhas

os encantos das mais belas arquiteturas
são quase infinitas as cidades deste mundo
nossas almas as beijam enternecidas e choram as ruas impuras.

(*) Amadeu Garrido de Paula é poeta e Advogado

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