Sem organização do trânsito, obra volta a provocar transtornos

Importantes vias tiveram congestionamento e cruzamentos ficaram travados nos horários de maior movimento

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Interdição, semáforos dessincronizados e falta de agentes de trânsito geraram reclamações – Foto: Denilson Paredes/A TRIBUNA

A retomada das obras de recapeamento na região Central de Rondonópolis, que começou pela Rua Barão do Rio Branco, uma das mais movimentadas da cidade, também trouxe de volta o problema de congestionamentos nos horários de pico. Com a pista da direita bloqueada para o tráfego logo abaixo da Avenida João Ponce de Arruda, para o serviço que começou na manhã de anteontem (23), importantes vias tiveram congestionamento e cruzamentos ficaram travados nos horários de maior movimento.

No início da manhã, com a presença de um único agente de trânsito, o fluxo de veículos controlado pelo profissional possibilitou organização, tornando os transtornos que qualquer obra desse porte pode causar, mais fáceis de serem contornados. Contudo, ao final do dia, quando os rondonopolitanos deixam o trabalho e sem nenhum amarelinho para controlar o fluxo, o congestionamento foi inevitável. A situação, claro, gerou muitas reclamações dos motoristas. A situação no Centro persistiu na manhã de ontem (24), mas, com a liberação da pista que estava bloqueada para a obra, os motoristas voltaram a trafegar dentro da normalidade.

Na tarde de ontem (24), Rio Branco teve a pista liberada para os motoristas – Foto: Denilson Paredes/A TRIBUNA

Pelo WhatsApp do A TRIBUNA, rondonopolitanos também voltaram a reclamar da dessincronização dos semáforos. Problema recorrente da cidade, em dias com interdição de ruas, a falta de sincronização só ajuda a piorar a situação. Segundo informado, o contrato entre a Secretaria de Trânsito e a empresa que opera os semáforos está vencido, no aguardo de renovação. No entanto, o Município alega falhas na internet como motivo da falta de sincronização.

RECAPEAMENTO – A empresa responsável pela obra de recapeamento deu início ao trabalho de fresagem, onde o pavimento antigo é retirado para que, na sequência, seja aplicado o novo pavimento do tipo Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), com espessura de 5 centímetros em média. Entre as vias que devem receber o novo pavimento estão, além da Rua Rio Branco, a Rua Dom Pedro II e a Rua 13 de Maio.

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