Ponte na Dom Pedro continua a gerar preocupação

Situação para os veículos também é muito preocupante, já que quase toda a terra que dá suporte a cabeceira da ponte está comprometida e continua a ceder

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Foto: Roberto Nunes/A TRIBUNA

Moradores estão cada vez mais preocupados com a situação da ponte sobre o Ribeirão Arareau, na Rua Dom Pedro II, que está interditada desde abril deste ano por questões de segurança. Desde o início do período chuvoso de 2017, o aterro, que já apresentou problemas em outras ocasiões, começou a ceder. Em janeiro deste ano, o muro de contenção acabou desabando parcialmente, informação noticiada com exclusividade pelo Jornal A TRIBUNA. Sem nenhum serviço paliativo, a terra continuou a ceder e o muro desabou por completo, fato que fez a Prefeitura Municipal interditar parcialmente a ponte. Agora foi marcada para o dia 9 de julho, no Paço Municipal, a licitação para obras de recuperação do aterro e muro de contenção da ponte na Rua Dom Pedro II.

Contudo, até o término dos trâmites burocráticos, com a implantação de uma sinalização precária que não suporta sequer o vento, o tráfego na Dom Pedro está praticamente livre, colocando em risco motoristas que passam pelo local. A parte direita da cabeceira está comprometida e não é possível que pedestres passem pela ponte, pois tudo está oco por baixo. A situação, para os veículos, também é muito preocupante, já que quase toda a terra que dá suporte a cabeceira da ponte está comprometida e continua a ceder, independente do término do período chuvoso.

Situação de cabeceira, olhando por baixo da ponte, impressiona – Foto: Roberto Nunes/A TRIBUNA

Recentemente, ao anunciar que a recuperação da ponte seria licitada, a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Sinfra) informou que a contenção será feita em estrutura de gabião, que consiste em pedras amarradas com telas em forma de escada, que têm a capacidade de aguentar grande impacto das águas e evitar o assoreamento do solo. Apesar de anunciado o processo licitatório, a recuperação deve ainda demandar um bom tempo para começar, respeitando todos os trâmites burocráticos.

Nos últimos dias, foram levantadas suspeitas de que um dos pilares da ponte estava com rachaduras, mas no local, aparentemente, as marcas que supostamente seriam as rachaduras são, na verdade, de cupins.

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