Foto: Lucas Nino
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O Governo do Estado investiu R$ 101,080 milhões em saúde na Região Sul de Mato Grosso em 2016. A cidade de Rondonópolis, por exemplo, recebeu R$ 31.069.205,40 para tratar de alta e média complexidade. Já no atendimento primário, o investimento para a maior cidade da região Sul ficou em R$ 2.253.792,00.
O maior investimento está concentrado no Hospital Regional de Rondonópolis, que atende 19 municípios ao redor. Na manutenção da unidade foram investidos R$ 50,580 milhões. Graças aos investimentos da atual gestão do Estado, foram abertos mais de 40 leitos de UTIs em Rondonópolis.
Em Jaciara, os investimentos do Estado possibilitam o atendimento na rede básica de saúde, com a aplicação de R$ 679,200 mil na atenção primária. Em média complexidade, os investimentos registraram R$ 930.148,32.
Outra grande cidade da região, Primavera do Leste, também teve aumento substancial nos investimentos de saúde pelo Governo de Mato Grosso. Em média complexidade, por exemplo, foram repassados R$ 7.919.870,04 a prefeitura do município. Já na atenção primária, o repasse foi de R$ 775.200,00.

Foto: Lucas Nino
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O secretário de Estado de Saúde, João Batista Pereira da Silva, destaca que o Governo do Estado tem trabalhado cada vez mais pela interiorização das ações de saúde. Segundo ele, o Estado passou a tomar conta da regulação dos pacientes para cirurgias e exames de alta complexidade, o que possibilitou um olhar com a atenção que o paciente do interior necessita.
Ainda segundo o secretário, mesmo com a crise econômica que assola as contas públicas do País, o Governo do Estado conseguiu fazer importantes investimentos no setor de saúde de Mato Grosso. Cita como exemplo a contratualização de mais leitos de UTIs em todo estado, inclusive na Região Sul.
João Batista ressaltou, ainda, que dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES) demonstram que entre 2011 e 2014, foram abertas apenas mais 57 vagas de UTIs públicas em Mato Grosso. Já nos dois últimos anos, a atual gestão contratualizou 204 leitos de UTIs. No ano passado, os investimentos no setor chegaram a R$ 100 milhões.
“No ano passado, houve um grande esforço de todas as secretarias do Governo para a concentração de recursos na saúde. Isso possibilitou com que as atividades não ficassem paradas no Estado. Além disso, outros recursos que não estavam previstos no orçamento também foram alocados para a saúde, cito como exemplo os R$ 75 milhões da repatriação de recursos. No dia que chegou na conta o Estado, imediatamente foram alocados para resolver problemas da saúde, isso demonstra que saúde é a prioridade”, afirmou João Batista.

Foto: Lucas Nino
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Mais recursos

Ainda na Região Sul, foram investidos R$ 736 mil para incentivos aos agentes comunitários e de endemias ao combate ao mosquito Aedes aegypti, sendo R$ 200 reais para cada agente, durante quatro meses do ano. Também foram repassados R$ 92.487,35 por município, para aquisição de veículos para vigilância ambiental e mais R$ 1,040 milhão para aquisição de equipamentos de trabalho de combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e febre chikungunya.

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