Seneri Paludo, secretário da Sefaz: “adiamento tem como objetivo não comprometer a folha de pagamento dos servidores do Executivo Estadual”
Seneri Paludo, secretário da Sefaz: “adiamento tem como objetivo não comprometer a folha de pagamento dos servidores do Executivo Estadual”

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Fazenda (Sefaz), comunicou ontem aos Poderes um novo adiamento para o repasse da quarta parcela do duodécimo referente ao mês de julho, utilizado para o pagamento da folha salarial dos servidores dos órgãos e entidades.
O repasse deveria ter sido realizado até o dia 25 de julho. No entanto, o secretário da Sefaz, Seneri Paludo, garantiu que os valores estariam nos cofres das instituições até esta quarta-feira (10). Além do adiamento deste repasse, a Sefaz também afirmou que pretende discutir um novo prazo para o pagamento da quarta parcela do duodécimo, referente ao mês de agosto.
De acordo com Seneri Paludo, o Governo vem se reunindo com os Poderes para tratar sobre o assunto e determinar uma nova data para realizar os repasses dos dois meses. O secretário, por meio de nota, declarou que a decisão do novo adiamento tem como objetivo não comprometer a folha de pagamento dos servidores do Executivo Estadual. “A Sefaz esclarece que a necessidade do adiamento dos repasses ocorre em função da indisponibilidade financeira no tesouro do Estado, ocasionada pelo crescimento maior das despesas frente ao aumento da receita”, disse em nota.
Paludo afirmou que o Governo do Estado tem se esforçado e realizado o remanejamento de recursos para manter o repasse parcial dos valores aos Poderes constituídos. Segundo a Sefaz, no mês de julho foram repassados R$ 62,41 milhões referentes às três parcelas de custeio, restando a quarta parcela no valor de R$ 132,37 milhões. Para o mês de agosto já foram repassados R$ 24,24 milhões referentes à primeira parcela de custeio e a segunda parcela, do mesmo valor, tem previsão para ser repassada nesta quinta-feira (11).
CORTES
Na nota, o secretário disse que, até o final deste ano, o Governo do Estado efetivará cortes nos gastos das unidades orçamentárias. “Desta forma, serão mantidos apenas serviços essenciais como água, energia e telefone. As áreas de saúde, segurança e educação não sofrerão cortes”, declarou. A medida, segundo ele, é umas das estratégias do Estado para reduzir despesas e minimizar impactos para a sociedade mato-grossense.

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