Alergia causada por wi-fi

Britânica diz correr risco de morte por ser alérgica a Wi-Fi

A condição ainda não é reconhecida por médicos na Inglaterra, mas Jackie Lindsey uma mulher de 50 anos do Sudoeste do país, garante ser alérgica à eletricidade e ter uma hipersensibilidade a ondas eletromagnéticas. De sua casa em Dorset, onde as tomadas são inúteis, ela contou que um mero celular ou uma conexão Wi-Fi podem causar danos ao seu organismo. Para sair de casa, Jackie usa uma roupa especial, com alumínio, e leva consigo um aparelho que mede a potência elétrica ao redor. “Algumas pessoas dizem que eu sou uma apicultora demente”, conta. O ritual é feito há cinco anos, após três anos sofrendo problemas neurológicos, como tonturas, pontadas nos olhos e dormência nas mãos. Com o tempo, Jackie passou a pesquisar a EHS, sigla que denomina a hipersensibilidade eletromagnética.

Embalagem aumenta validade do leite

Pesquisadores desenvolvem garrafa que aumenta prazo de validade do leite

Pesquisadores do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) desenvolveram uma garrafa plástica que aumenta em oito dias o prazo de validade do leite fresco pasteurizado. O projeto foi realizado em uma parceria entre a CDMF e a Nanox Tecnologia, surgida por meio da interação entre professores e ex-alunos das duas universidades. A tecnologia foi aplicada em uma empresa agropecuária de São Carlos (SP), que comercializa leite em 45 cidades do Estado de São Paulo. O estudo envolveu a utilização de micropartículas à base de prata, com propriedades bactericida, antimicrobiana e autoesterilizante no plástico das garrafas. A partir da adição do material a base de prata na embalagem, o prazo de validade do produto dobrou.

Sarampo causa morte nos estados unidos

Estados Unidos registram primeira morte por sarampo em 12 anos

Uma mulher do estado de Washington morreu de sarampo nos Estados Unidos, disseram autoridades de saúde na quinta-feira (2). Este é o primeiro caso de morte por sarampo desde 2003 e o primeiro caso no estado de Washington desde 1990. Segundo a Associated Press, a mulher não tinha alguns dos sintomas comuns do sarampo, como coceira, por isso a infecção não foi descoberta até a necrópsia, de acordo com o porta-voz do Departamento de Saúde do Estado de Washington, Donn Moyer. Esse é o 11º caso de sarampo em Washington este ano, segundo Moyer. O sarampo é uma doença altamente contagiosa que se espalha por meio de gotículas expelidas por tosses e espirros. As autoridades não divulgaram se a mulher tinha sido vacinada, mas eles observaram que ela tinha um sistema imunológico comprometido. Também não foi divulgada sua idade para manter a identidade em sigilo, apenas que não se tratava de uma idosa.

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