Ponte da Rua 13 de Maio, mão única sentido à Vila Aurora, ainda vem sendo pouco usada pelos motoristas rondonopolitanos
Ponte da Rua 13 de Maio, mão única sentido à Vila Aurora, ainda vem sendo pouco usada pelos motoristas rondonopolitanos

Esperada há anos pela população de Rondonópolis, a ponte sobre o Arareau na Rua 13 de Maio, aberta para o tráfego desde meados de 2013, ainda vem sendo pouco utilizada pelos motoristas como alternativa para deslocamento à região da Vila Aurora. Mesmo nos horários de pico, o fluxo de veículos na ponte tem sido pequeno. Por outro lado, as opções tradicionais como as pontes nas Ruas Rio Branco e Fernando Correa da Costa permanecem com fluxo intenso de veículos.

A construção da ponte da 13 de Maio era uma esperança para desafogar o trânsito na região central com direção à Vila Aurora. Foram gastos na obra cerca de R$ 3 milhões, com recursos do Governo do Estado e contrapartida do Município. No entanto, depois de sete meses da liberação da ponte, a população ainda não criou o hábito de usar essa nova opção de trânsito. Para atestar a situação, basta a equipe de trânsito da Prefeitura fazer uma contagem do fluxo de veículos no local.
Se nos horários de pico o fluxo de veículos na ponte da 13 de Maio já é baixo, ao longo dos demais períodos a tranquilidade de tráfego na estrutura predomina, como se fosse uma via de bairro calmo. Vale lembrar que antes da construção, muitas autoridades locais e moradores já haviam alertado que a ponte da 13 de Maio não faria grande diferença, alegando que seria melhor construir a ponte da Arnaldo Estevan, servindo de opção para quem segue no sentido Vila Aurora-Centro.
Para quem tem imóvel na região da Rua 13 de Maio, a construção da ponte divide opiniões. O comerciante Francisco Pereira dos Santos avalia que a construção melhorou a realidade da região, acabando com a poeira e a lama e melhorando o número de clientes. Para o morador do outro lado da rua, Nivaldo Antônio Orshel, a ponte trouxe transtornos, como a enxurrada que entra para a moradia. Ele observa ainda que são poucos carros que utilizam a ponte, sendo feito um investimento sem grande retorno.
Um exemplo do hábito que se forma no trânsito rondonopolitano foi a mudança de mão da Rua Pedro Ferrer, que não foi assimilada pela população. O sentido único Centro-Vila Aurora foi rejeitado pela população, obrigando o poder público a colocar o trecho da Pedro Ferrer como mão dupla, a partir da Avenida Marechal Rondon até a Vila Aurora.
Fazendo a rota contrária à da ponte da 13 de Maio, as pontes mais próximas estão nas ruas Otávio Pitaluga e Dom Pedro II, que permitem a ligação da Vila Aurora com o Centro.
O entendimento é que a Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito deveria fazer um estudo para ampliar o uso/utilidade da ponte da 13 de Maio.

1 COMENTÁRIO

  1. Depois da mão única da Fernando C. Da Costa, não há motivos de vir pela 13 de maio. Ela chega a Paulo VI, VILA AURORA, e o usuário teria que pegar novamente a Fernando Correia, ou dar volta para chegar a Lions Internacional. Uma rua truncada.
    Usada por poucos.
    Nabil Nahsan cirurgião dentista.

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