As estudantes alemãs em visita à redação do A TRIBUNA:  Anika Metzdorf, Melissa Arneck e Elizângela Bezerra Vieira, coordenadora da Associação Koblenz Brasil - Kobra em Rondonópolis
As estudantes alemãs em visita à redação do A TRIBUNA: Anika Metzdorf, Melissa Arneck e Elizângela Bezerra Vieira, coordenadora da Associação Koblenz Brasil - Kobra em Rondonópolis

Os Centros Juvenis Kobra I e II de Rondonópolis receberam um importante reforço para o seu quadro de instrutores voluntários, esta semana, com a chegada das estudantes alemãs Anika Metzdorf, de 18 anos de idade e Melissa Arneck, de 19, que integram uma parceria entre a Diocese alemã da cidade de Mainz e Associação Kobra.
As estudantes estiveram ontem em visita à redação do jornal A TRIBUNA e falaram sobre as expectativas frente a esse novo desafio. Elas estavam acompanhadas da coordenadora local da Associação Koblenz Brasil – Kobra, com sede em Vila Operária, Elisângela Bezerra Vieira, que fala fluentemente o idioma alemão.
Anika Metzdorf chegou há uma semana, é clarinetista amadora e está usando a sua experiência para ensinar a arte aos alunos dos Centros Juvenis de Rondonópolis. Melissa Arneck chegou há três semanas e disse já ter alguma experiência em trabalhar com crianças, pois já prestou serviço numa escola primária da Inglaterra.
As duas voluntárias concluíram o ensino médio na Alemanha, se inscreveram há cerca de um ano para a viagem. Passaram por uma rigorosa seleção entre os inúmeros candidatos para a vaga de voluntário dos projetos Kobra.
Elas admitem alguma dificuldade em entender o idioma brasileiro, mas utilizam o argumento universal do amor e do carinho para repassar os seus conhecimentos às mais de 200 crianças dos dois centros do projeto em Rondonópolis.
As estudantes estão tendo aulas de português uma vez por semana com uma professora da UFMT e deverão permanecer na cidade durante um ano.
Quanto ao futuro profissional, Anika disse que pretende se graduar em Pedagogia ou Psicologia. Já Melissa afirmou ter planos de graduar-se em Relações Exteriores.
Segundo a coordenadora do projeto Kobra em Rondonópolis, Elizângela Bezerra Vieira, as estudantes estão se adaptando bem às mudanças climáticas, de cultura e de costumes. “É tudo muito novo para elas, muito diferente do que estão acostumadas. Mas é um desafio que elas mesmo se propuseram e estão adorando a experiência”, sublinhou a coordenadora e tradutora.
O projeto Kobra desenvolve atividades culturais de ensino e apoio educacional (reforço escolar), através de oficinas culturais, artesanais e esportivas.

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor, digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui