O governador Blairo Maggi descartou a implantação do meio expediente de trabalho para os servidores públicos do Estado neste final de ano, como ocorreu, em caráter excepcional, no ano passado. Este foi um dos assuntos tratados por ele durante uma entrevista concedida à imprensa, em seu gabinete na manhã de ontem.

[inspic=13430,right,fullscreen,200]Sobre o expediente de trabalho Maggi disse que se de um lado houve economia, em contrapartida houve muitos problemas administrativos em alguns órgãos com a adoção do meio expediente. “Tivemos economia sim, mas houve muitos problemas administrativos em alguns órgãos, principalmente no interior, então vamos optar pelo recesso entre os dias 22 de dezembro e 3 de janeiro de 2008”, afirmou. Ele explicou que neste período o movimento nos órgãos do Estado é bastante reduzido, o que justifica o recesso, com exceção dos órgãos de serviços essenciais.

COPA – Em relação à escolha do Brasil e ao pleito feito pelo Estado de Mato Grosso para sediar alguns jogos da Copa de 2014, Maggi manifestou sua satisfação pela escolha do Brasil como sede dos jogos mundiais e se diz confiante quanto à possibilidade de Cuiabá sediar alguns jogos. Ele enfatizou que Mato Grosso trabalhará para ter todas as condições exigidas pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) para que Cuiabá seja uma das 12 subsedes. “Acredito que temos todas as condições para sediar alguns jogos e vamos trabalhar para isso”, destacou.

INCENTIVOS FISCAIS – Questionado sobre a política de incentivos fiscais, o governador lembrou que o governo do Estado é autorizado a concedê-los, inclusive pela Assembléia Legislativa. Ele classificou como eleitoreiras, as manifestações de alguns deputados que colocam suspeitas sobre o programa de incentivo. “É tudo transparente, não há o que esconder nada. Em algumas ocasiões o governo concede renúncia fiscal, como aconteceu com a isenção do ICMS sobre a carne e outros produtos produzidos em Mato Grosso, ou a isenção do ICMS sobre o consumo de energia elétrica para famílias de baixo consumo. Hoje, 50% da população de Mato Grosso não paga ICMS sobre a energia elétrica”, ressaltou, complementando que o governo tem feito é conceder o incentivo fiscal e não a renúncia fiscal.

Maggi explicou que o incentivo funciona para o governo do Estado como uma espécie de poupança a médio prazo, porque depois de dez anos a empresa começará a pagar os impostos. “O governo não perde com o incentivo, porque se ela vai construir irá comprar cimento, ferragens e outros produtos que são tributáveis, além do que ela gera emprego com a criação de novos postos de trabalho. Então usamos o incentivo como forma de atração de novas empresas e com isso projetamos receita para o futuro”, assinalou. (Com Secom)

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