Papo Político

Janaína Riva: “A deputada cuiabana poderá transferir o seu domicílio eleitoral para Rondonópolis e concorrer à Prefeitura em 2020…”

1 – SENHORES E SENHORAS,
como dizia o político mineiro Magalhães Pinto, “Política é como a nuvem. Você olha e ela está em um lugar. Olha de novo e ela já mudou”. Agora a última notícia, por incrível que pareça, até sendo julgado o cúmulo do absurdo por alguns, é o quadro que já vem se cogitando para as eleições municipais de 2020, final do mandato do prefeito Zé Carlos do Pátio (SD). Informações fidedignas, como dizia o saudoso João Batista Toledo, que conduziu esta Coluna por mais de duas décadas, dão conta de que a atual deputada Janaína Riva (PMDB), que é de Cuiabá, poderá disputar as eleições municipais, afim de se tornar prefeita de Rondonópolis. É isso mesmo. Pelo o que vazou da cozinha do prefeito Zé do Pátio, é que Janaína Riva irá disputar a reeleição de deputada estadual no próximo ano e tão logo irá transferir o seu domicílio eleitoral para Rondonópolis. Sobre a troca de domicilio eleitoral, mais adiante falaremos o fundinho de verdade em todo esse enredo, mas como um detalhe é que a deputada está namorando um dos filhos do senador rondonopolitano Wellington Fagundes (PR).
NESSA
possível conjuntura política, Zé do Pátio que é bem próximo da família Riva recuaria de se candidatar à reeleição em 2020, dando todo o apoio para a candidatura de Janaína. Em contrapartida, Pátio, que tem pretensões políticas para as eleições de 2022, teria apoio de Janaína Riva para uma possível candidatura a governador de Mato Grosso ou ao Senado Federal. Neste projeto de Janaína se candidatar a prefeita de Rondonópolis, poderá esta engajado o grupo político do senador Wellington Fagundes (PR). Isso dada a proximidade que Janaína Riva mantém atualmente com a família Fagundes, como namorada do filho de Wellington, o Diogenes Fagundes. Está ai o fundo de verdade sobre a troca de domicílio eleitoral da deputada. Outro vestígio que justifica tal projeto municipal da Riva, é sua presença constante em Rondonópolis, não apenas pelos motivos óbvios, mas em reuniões políticas na Prefeitura e até visita à Câmara Municipal de Vereadores, onde Janaína esteve ao lado do vereador Adonias Fernandes (PMDB).

2 – E TEM MAIS
mulher na política rondonopolitana com vistas à sucessão municipal, que embora seja para daqui quase quatro anos, as costuras políticas sempre se antecipam. Nas redes sociais existe uma grupo chamado PPS Fora do Poder, e pelo que se sabe sobre as discussões neste mecanismo de comunicação são referente as eleições municipais de 2020, onde a ex-primeira dama de Rondonópolis, Ana Carla Muniz, também é cogitada para se candidatar a prefeita de Rondonópolis. Caso isso se confirme, na próxima disputa municipal poderemos ter a disputa de poder entre duas fortes mulheres da política matogrossense. Realmente, ocorrendo este quadro de candidaturas, o eleitor de Rondonópolis que é bem politizado, poderá escolher a primeira mulher para a nossa Prefeitura. Mas até lá muitas águas vão correr por debaixo da ponte do Rio Vermelho.

3 – SOBRE
o ex-prefeito Percival Muniz (PPS), este está recluso em suas terras no Xingu. Nas próximas eleições de 2018 Muniz poderá disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Possibilidade avaliada pelo PPS como a mais viável em chances de eleição. Percival poderá disputar as eleições no grupo de Mauro Mendes, cotado para disputar o governo de Mato Grosso. Sabe-se que Muniz tem grande apreço por Mendes e será soldado caso o projeto se concretize. E numa eventual volta de Percival à Assembleia Legislativa, é lógico que será um grande reforço nessas pretensões da esposa Ana Carla disputar a Prefeitura local em 2022.

4 – COMO
foi noticiado pelo A TRIBUNA, a provável candidatura ao governo de Mato Grosso do deputado Zeca Viana, animou o PDT de Rondonópolis. Mas parece que a alegria durou pouco, pois Viana poderá apoiar a possível candidatura de Mauro Mendes a governador. Mas com a condição de que a eventual candidatura não esteja junto com Pedro Taques (PSDB). A desavença entre Zeca e o governador começou 2015, quando Taques deixou o PDT para se filiar ao PSDB, partido do qual estuda desembarcar agora. Naquele ano, quando a saída de Taques estava apenas no plano das ideias, por desavenças com Zeca, este já demonstrava descontentamento, classificando o colega governador como traidor.
O QUE
vem sendo divulgado no noticiário jornalistico sobre eventual candidatura de Mendes ao governo, é que o deputado estadual Eduardo Botelho (PSB) vem afirmando de que o ex-prefeito cuiabano não irá romper com o governador Pedro Taques (PSDB) e disputar as eleições de 2018 tendo ele como adversário. Segundo o deputado, o desejo de Mendes é disputar o Senado. “O que eu sei é que o Mauro está construindo uma candidatura ao Senado. Ele deixou claro isso. A princípio, ele não falou nada sobre disputar o Governo. Não acredito nisso”, revelou. A candidatura de Mendes ao Governo é considerada provável nos bastidores, inclusive com o apoio de sua mulher Virgínia Mendes, e principalmente do senador e atual ministro da Agricultura, Blairo Maggi, do qual é grande amigo.

5 – A RESPEITO
do conselheiro afastado do Tribunal de Constas do Estado (TCE), Antônio Joaquim, que aguardava a sua aposentadoria para fazer política de forma mais incisiva, em seu projeto de se candidatar ao governo do Estado, ele está agora enfrentando mais uma derrota. O pedido de aposentadoria protocolado não foi aceito pela Procuradoria Geral da República (PGR), que foi acionada pelo governador Pedro Taques para emitir um parecer. Acontece que a procuradora-geral, Raquel Dodge, se manifestou contrária ao pedido de aposentadoria de Antônio Joaquim. Para a chefe da PGR, o pedido seria uma forma de burlar a lei penal, pois avaliou que a aposentadoria é apenas uma tentativa de fugir das amarras processuais criadas pelos indícios de atividade criminosa que envolvem o requerente, conforme a delação do ex-governador Silval Barbosa. No documento Raquel ainda cita que a pretensão do Conselheiro também permitiria uma lesão gritante à tutela da boa-fé objetiva, caracterizada por admitir situação de flagrante abuso do direito.

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