PALMEIRAS
Deyverson afirma que chorou durante má fase

Deyverson marcou os dois gols da vitória do Palmeiras sobre o Flamengo – Foto: Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação

De criticado a herói do Palmeiras. Assim foi o dia de anteontem (12) do atacante Deyverson, questionado por parte da torcida alviverde na porta da Academia de Futebol antes do duelo contra o Flamengo e, pouco depois, autor dos dois gols da vitória, válida pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Ontem (13), em entrevista coletiva antes do treinamento da equipe de Alberto Valentim, ele falou sobre a má fase vivida recentemente no clube. Depois da saída de Cuca, o jogador perdeu a posição de titular e só retornou por causa das ausências de Miguel Borja, convocado para a Seleção Colombiana, e Willian, que ainda não está 100% fisicamente.
“Se eu disser que não fiquei triste e até chorei… Homem falar que é de pedra é mentir. Todo homem chora e tem seu momento frágil. Eu chorei, fiquei triste. São cobranças fortes que você ouve e vê. O torcedor tem o seu direito de cobrar e falar o que quiser, não entro em polêmica. Respeito o ser humano, somos de carne e osso, temos família. O que eu não vou admitir é agressão. Eu tenho família, como eles também. Respeito a cobrança, pode me xingar e falar o que quiser, só não toca a mão em mim. Tenho família, como eles também. Não gostaria que eu tocasse a mão no filho deles. Respeito é a melhor coisa que tem. Falar pode falar. Crítica e elogio fazem parte do futebol”, afirmou o atacante.
“Todo jogador passa por momentos de altos e baixos. Em mim nunca faltou vontade e determinação. Meus companheiros sempre me deram força. É importante ter o apoio dos companheiros para almejar voos mais longos. Fico feliz por isso. Eu dependo do grupo, não jogo sozinho. Para eu poder estar me boa fase dependo do grupo. Eles têm me ajudado bastante, fico feliz por isso”, completou.
PROTESTO
O protesto da torcida organizada antes da partida contra o Flamengo ainda gera repercussão. Ontem, o clube emitiu nota oficial em que o presidente Maurício Galiotte informa que solicitará à polícia abertura de inquérito para apurar o ocorrido. Segundo relatos, por conta de objetos arremessados nos veículos que deixavam o centro de treinamento, estilhaços acertaram jogadores e uma funcionária.

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