BANANADA DE EINSTEIN
Valores?

VALORES? QUE VALORES? A SOCIEDADE (QUE SOCIEDADE?) hoje sofre a conflituosa crise, não somente econômica, devido a inúmeros reajustes financeiros, taxas de desempregos, afogamento da população em prestações e prestações, e/ou cartão de crédito, política e justiça às margens do crime e das múltiplas condenações, sendo avistadas de camarote pela população… Valores são valores e quando não se sabe exatamente quais são os valores? O que se faz?
Vejamos a luta pela (suposta) honra e a violência aos confins das últimas instâncias – morte, vejamos os apontamentos da deficiência no sistema educacional, mas a educação das novelas, pouca leitura, ou o fanatismo eminente de população, seja torcedor do seu time, ou pelo grito estridente de inúmeras entidades religiosas, com a perda da sua real missão…
Valores esses advindos de família, da sua constituição, mas do respeito a avós, tios e tias, respeito ao que o desejo humano de constituir a sua família da forma que seu coração mandar – e mais – somos ou não amor (a si, ao próximo, mas como posso amar se não me respeito?) Ou somos ou não… 7 x 7 perdão? O que é educação? O que é liberdade? O que é gentileza? O que é crime contra a humanidade? Será que ao ver o desvio de dinheiro do meu lado e não fazer absolutamente nada, sou criminoso?
Recentemente, recebi uma mensagem de um grupo de amigos, fazendo uso de uma frase de um suposto ícone da educação brasileira (atual), que teve suas contas reprovadas e comprovados sérios desvios em sua gestão, como também a contratação de serviços ilícitos para a constituição de seus inúmeros livros e que inclusive, essa frase seria um desses trabalhos… Como posso usar o que não é meu?
ME ACHAR no direito!
Argumentar que todo muito pega(…)!
Se eu não fizer, outro fará?!
Ou pior, se eu não for conivente, eles podem pegar a minha família, ou eu como alvo! Triste – tristes valores, mas será que você se orgulharia disso olhando no espelho? Ou melhor, contando às pessoas que mais te amam? Ou será que gostaria de ser passado para trás? Enfim, valores são valores, mas acima de tudo isso, sejamos respeitosos e amorosos conosco e com que somos e podemos nos tornar.

(*) Marcio Martins é psicopedagogo Dr.(t) em Ciência da Educação/UNC – martinsconsultoresass@hotmail.com

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