SÉRIE B
Em semana tranquila, Inter recebe o Londrina

O Colorado vem de três vitórias consecutivas e abre o returno da segunda divisão do Campeonato Brasileiro

Internacional treinou ontem no Beira-Rio com portões fechados - Foto: Ricardo Duarte/Internacional

Internacional treinou ontem no Beira-Rio com portões fechados – Foto: Ricardo Duarte/Internacional

Guto Ferreira deixa transparecer em seu semblante, entre risadas, que a semana livre para trabalhos foi a mais tranquila desde sua chegada ao Internacional. O Colorado vem de três vitórias consecutivas e abre o returno da Série B, hoje (12), às 15h30, diante do Londrina, no Beira-Rio, em Porto Alegre (RS), pela 20ª rodada. A boa fase leva o treinador até a fazer brincadeiras com jornalistas, claro, sem deixar de lado a cautela.
O técnico, de fato, ainda se resguarda de alguns cuidados. Ontem (11), por exemplo, comandou o último treino do Internacional antes da partida com portões fechados no Beira-Rio, mesmo que já tenha indicado a escalação titular durante as atividades da semana. Entre risos, o técnico evitou confirmar o time e “desafiou” os jornalistas a “cravarem” a formação pelo que observaram ao longo dos quatro trabalhos anteriores.
“A gente espera que até aqui, possa ter sido (a semana mais tranquila). Mas espero encontrar outras semanas bem mais tranquilas que essa. Espero que a gente possa seguir o caminho que a gente pode encaixar, também. Foi uma semana boa de trabalho. Principalmente pela postura dos jogadores no dia a dia. É um grupo que gosta e se entrega ao treinamentos. Isso faz com que as coisas fluam da melhor maneira possível. Vocês querem saber sempre a escalação. Vocês participaram a semana toda. Viram tudo. Eu não cravo. Vocês cravem o que viram”, brincou o técnico.
Nos treinos da semana, Guto definiu o Internacional com a seguinte formação: Danilo Fernandes; Cláudio Winck, Klaus, Víctor Cuesta e Uendel; Rodrigo Dourado, Edenílson, D’Alessandro, William Pottker e Eduardo Sasha; Leandro Damião. O treinador, por sua vez, não descarta promover mudanças para a partida, ainda que admita que o treino fechado foi uma estratégia adotada para fazer ajustes no posicionamento e na bola parada sem dar armas aos rivais.
“Repetir é bom. Entrosa, mas não é fundamental. O esquema é um esquema que a equipe foi montada pela direção. Por isso encontramos facilidade de posicionarmos. Eu não posso dizer para você que não pode mudar. Existe possibilidade. Mas concordo que são detalhes importantes que você trabalha e queira ou não queira, nós trabalhamos na fase de turbulência com vocês observando, filmando e reproduzindo tudo o que a gente vinha fazendo. Se a gente abrir o tempo todo, são detalhes que podem fazer diferença. Essa informação chegando a quem está do outro lado e sabe usar, acaba virando uma arma contra a gente. Sem dizer que quando se está numa ambiente fechado, você consegue ter um nível de concentração um pouco maior”, afirmou o técnico.

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