PORNOGRAFIA INFANTIL
Polícia Federal prende um em flagrante em Jaciara

Polícia Federal deflagrou ontem a ‘Operação Cabrera’

Polícia Federal deflagrou ontem a ‘Operação Cabrera’

A Polícia Federal (PF) prendeu, em flagrante, uma pessoa em Jaciara durante a ‘Operação Cabrera’, deflagrada ontem (18), e que teve como objetivo reprimir o compartilhamento e a posse de imagens e vídeos de pornografia infantil na internet. A prisão em flagrante se deu, conforme a assessoria de comunicação da PF em Mato Grosso, devido ao material encontrado nas mídias digitais do suspeito que foram apreendidas durante a operação.
Conforme o balanço apresentado pela Polícia Federal no fim da tarde de ontem, foram expedidos dois mandados de busca e apreensão para serem cumpridos pelos policiais da Delegacia de Polícia Federal de Rondonópolis, e os dois tiveram êxito. Também foi realizada a coleta de amostras de DNA de uma pessoa, que serão incluídas no banco de dados de perfis genéticos (Lei 12.654/2012), mantido pelo Instituto Nacional de Criminalística (INC/PF). O material é utilizado para cruzamento do DNA encontrado na vítima ou local de crime, com o os perfis existentes no Banco de Dados.
Em Mato Grosso, foram expedidos outros dois mandados de busca e apreensão, um em Barra do Garças e outro em Cuiabá, mas até as 16h30 de ontem (horário de Brasília), eles ainda não haviam sido cumpridos, informou a PF. Com relação aos dois mandados cumpridos pelos policiais de Rondonópolis, a PF não informou se os dois foram em Jaciara, ou outra cidade da região também foi atingida pela mega operação.
‘Operação Cabrera’
A operação envolveu mais de 300 policiais, designados para o cumprimento de 93 mandados de busca e apreensão, além de duas prisões preventivas e uma condução coercitiva, no Distrito Federal e em mais 18 estados.
A operação unificada e coordenada pela Unidade de Repressão aos Crimes de Ódio e Pornografia Infantil da Polícia Federal (URCOP) ocorreu no “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”.
O nome da operação presta homenagem a Araceli Cabrera Sánchez Crespo, uma menina brasileira de 8 anos que foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada em 18 de maio de 1973, crime que até hoje permanece impune.
Os investigados responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de posse, compartilhamento de arquivos de pornografia infantil, com penas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente e no Código penal Brasileiro que variam de 1 a 6 anos de reclusão.

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