Matraca

Armando Nunes - mando nunes - 19-04-17TÚNEL DO TEMPO
Escultor, artesão e pintor. Um dos ícones das artes plásticas em Rondonópolis. Sempre polêmico porém, sem jamais perder a originalidade. Esse é Armando Nunes Filho, o Mando Nunes, o nosso personagem do “Túnel do Tempo” desta semana. Nascido em Itiquira no dia 15 de novembro de 1958. Em 1975, mudou-se para Rondonópolis e tornou-se filho desta terra. Suas obras extrapolaram os limites de Rondonópolis e as fronteiras do País. Autor da polêmica escultura “Maria Sete Voltas”, localizada na Avenida Presidente Médici, na entrada principal da cidade. Como goleiro, não deu certo, aliás, morreria de fome se tentasse o profissionalismo. Mas a arte agradece. Ganhou um grande craque.

mando nunes - tunel do tempo - 17-04-17BOLA CHEIA
Depois de algum tempo sem dar notícias por onde andava, o Dr. Ednaldo Aguiar voltou a dar o seu ar da graça aqui no Túnel do Tempo. “Caro Matraca, o personagem desta semana é o artista plástico Mando Nunes, um dos mais incisivos defensores da cultura em nosso município. Quero peixe com maxixe do Rico”, cobrou o advogado. “Confirmado, é o Mando Nunes Pantaneiro”, sustentou o Ricardo Gonçalves de Queiroz. “Meu palpite no Túnel do Tempo é o nosso amigo Armando Nunes, essa lenda viva”, reforçou o Mangabeira. “O goleiro da foto é o artista plástico, pintor e escultor com várias obras na cidade, Armando Nunes Filho”, confirmou o Mario Sérgio Nascimento. “O goleiro bigodudo é o Armando”, sustentou a Sirlene Fagundes de Freitas. “Este goleirão da foto é o meu amigo Mando Nunes Pantaneiro. Artista plástico, artesão, crítico político e gente de boa alma. Uma de suas obras é a famosa estátua da Maria Sete Voltas na confluência da Av. Presidente Médici com a Rua Fernando Correa da Costa. Se brincar, nem ele é capaz de se reconhecer nesta foto”, arrematou o empresário Anísio Dias. Outro que também cravou seco o nome do artista foi o José Oliveira Machado.

TENTOU SER VEREADOR
O Joel Colecionador repassou para a assessoria do Matraca que o Mando Nunes tentou, por duas vezes, ser vereador em Rondonópolis. A primeira eleição que ele disputou foi em 1982, pelo PMDB e obteve 282 votos. Em 1988, agora pelo PSB, se candidatou novamente e viu os seus votos ‘minguar’ para 120. Depois disso, abandonou a carreira política.

Peixes2O GANHADOR DA PEIXADA
Feito o sorteio entre os acertadores, a cobiçada peixada da semana patrocinada pela Peixaria do Rico ficou com o Dr. Ednaldo Aguiar. Com um detalhe: o peixe é por conta do Rico, já o maxixe é de responsabilidade do felizardo ganhador. O Dr. Ednaldo pode passar na recepção do A TRIBUNA, sempre a partir das 13hs, e retirar os seus convites.

Camara municipal de rondonopolis - primeira camara municipal - 19-04-17

TESTE DE MEMÓRIA
Na coluna passada, o Matraca lembrou que em 1955, a Câmara Municipal de Rondonópolis instalou a sua primeira legislatura eleita pelo povo e que durou até 1958. Diante desse fato histórico, foi lançado mais uma desafio para os leitores matraqueanos. A pergunta era: quantas cadeiras existiam naquela época no Poder Legislativo Rondonopolitano? Pois bem, o Joel Colecionador respondeu que eram cinco vereadores. A resposta bate com o relato da historiadora Luci Lea Lopes Martins Tesoro no seu livro “A História do Legislativo: Município de Rondonópolis-MT”. O colecionador, inclusive, cita os nomes dos cinco primeiros vereadores da história de Rondonópolis: Luduvico Vieira de Camargo, Anisio Assis Braga, Odilon Augusto de Brito, Rozendo Ferreira de Souza e José de Oliveira Lellis.
Já o pioneiro Elzio Borges Leal, irmão do saudoso ex-prefeito Cândido Borges Leal Júnior, o Candinho, respondeu que foram sete as cadeiras na primeira legislatura de Rondonópolis. O prefeito da época, segundo ele, era o Luthero Lopes, quando na verdade era o Daniel Martins de Moura. Tudo indica que, pelos nomes citados, o pioneiro tenha se confundido com a segunda legislatura, de 1959 a 1962. Mesmo assim, segundo os relatos históricos, eram cinco as cadeiras na Casa de Leis e não sete. Naquela legislatura, dois suplentes assumiram em lugar dos titulares. Talvez esse fato tenha levado o Elzio Borges a cometer o equívoco.

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