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Movimentos voltaram a fechar a BR-364

Integrantes de movimentos sociais fecharam ontem a BR-364, na frente da Conab

Integrantes de movimentos sociais fecharam ontem a BR-364, na frente da Conab

Movimentos sociais voltaram a interditar nesta quinta-feira (17/10) a rodovia BR-364, em Rondonópolis. Desta vez, os manifestantes fecharam a rodovia em frente aos armazéns da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), saída para Goiás. A entrada da Conab também foi fechada. Para hoje (18/10), eles vão avaliar se fecham a rodovia novamente ou não.

A interdição da BR-364, nesta quinta-feira, transcorreu das 8h às 11h e das 15h às 17h. Integram a manifestação o Movimento dos Trabalhadores Rurais Assentados e Acampados de Mato Grosso (MTA), Movimento dos Trabalhadores Rurais 13 de Outubro, Pastoral da Terra, Sindicato dos Trabalhadores Rurais da Região, e trabalhadores da Usina Jaciara.

A coordenadora estadual do MTA, Rosália de Jesus Lima, informou que uma reunião foi realizada ontem entre representantes dos movimentos sociais de todo o Estado e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em Cuiabá, com colaboração da Polícia Rodoviária Federal e do Ministério Público Federal (MPF).
Conforme Rosália, houve avanços na negociação de ontem. O Incra se comprometeu em regularizar a entrega de 4.180 cestas básicas em todo o Estado em até 30 dias; em proceder a vistoria de várias áreas para reforma agrária; e de efetivar o decreto para transformação de áreas em assentamentos até a próxima terça-feira (22/10).

Diante das propostas, os integrantes dos movimentos sociais baseados em Rondonópolis vão se reunir, no começo da manhã de hoje, diante da Conab, para avaliar se fecham a rodovia novamente ou não. “Eles [integrantes dos movimentos] não aguentam mais promessas”, assegurou.

Nesta semana, a BR-364 já foi interditada em três dias diferentes, começando na segunda-feira (14/10) e depois na terça-feira (15) e quinta-feira (17).

1 comentário

  1. O Pessoal do movimento tem muita pressa. Para pegar a terra e em seguida vender. Nos assentamentos existentes hoje, mais de 70% das pessoas não são os assentados originalmente. Exemplo: Gleba Rio Vermelho, Santo Expedito, Carimã, Dom Osório.

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