O amor é um sentimento que não pode ser racionalizado. Nasce da sensibilidade humana, do sentir, do querer e do doar-se. Por esta razão, virou lugar comum a expressão: % ninguém manda no coração.
O amor em suas diversas representações, incontestavelmente é um sentimento não palpável, nem um pouco controlável. Porém, sublime e inerente a todo ser humano independente de quem quer que seja. Justamente por sua característica magistral de brotar em terrenos dos mais áridos possíveis. Definitivamente, pulsa no coração bruto ou sensível.
Amor é o elo da vida. Está na admiração, na cumplicidade, no companheirismo, na tolerância, na renúncia, na lealdade, no respeito, na paciência, na ternura, na lembrança. É a essência da alma, sobrevive além da distância.
Considerando que somos frutos do amor paternal de Deus, então, somos criaturas do amor divinal, de um amor solidário e leal. Especialmente, porque, como ilustra bem o apóstolo Lucas: “Deus nos deu a liberdade de amar e isso ninguém pode retirar das nossas entranhas”.
Graças ao misericordioso amor do nosso Deus, o sol que nasce do alto nos visitara. Diante deste amor paternal cabem a nós filhos do amor, simplesmente amar. O amor é isso: amar e desejar ser amado, sem cobranças nem intolerâncias!
(*) REGINA JOANAS DOS SANTOS é acadêmica do curso de Biblioteconomia do Campus de Rondonópolis da UFMT. Natural de Urânia, no estado de São Paulo, mas, rondonopolitana de coração e uma amante do amor em todas as suas definições.
Parabéns, Regina Joanas pela linda definição do amor.