PM apresenta o plano de ronda escolar

O coronel Pery Taborelli apresentou ontem  o “Plano de Trabalho Ronda Escolar” para diretores de escolas

O coronel Pery Taborelli apresentou ontem o “Plano de Trabalho Ronda Escolar” para diretores de escolas

O comandante regional Sul da Polícia Militar, coronel Pery Taborelli, apresentou na manhã de ontem (2), no auditório da Escola Estadual Sagrado Coração de Jesus, o “Plano de Trabalho Ronda Escolar” para diretores das escolas estaduais e municipais de Rondonópolis.
O projeto será aplicado novamente em Rondonópolis e nos 22 municípios que compõem a região Sul de Mato Grosso. O plano tem a finalidade de buscar parceria da Polícia Militar com as escolas municipais, estaduais e particulares para promover um relacionamento entre policiais militares e comunidade escolar. Uma forma de policiamento ostensivo, afim de promover a segurança antes que o crime aconteça.
“Queremos estabelecer uma nova filosofia de trabalho para maior interação entre policiais militares e a comunidade estudantil. Visamos construir uma relação de confiança e cooperação. Vamos agir de forma que os estudantes se  sintam  seguros e não intimidados  com a presença da  Polícia Militar. Promovemos este trabalho  no ano  passado em  Rondonópolis e deu certo. Com isso, vamos expandir a proposta para todas as cidades que compõem o nosso comando”, explica o coronel Taborelli.
Segundo a diretora da escola municipal Parque São Jorge, Geane Lima Teles, o trabalho que a Polícia Militar está propondo é fundamental para  promoção da segurança no ambiente escolar interno e externo, porém é necessário maior atuação do Conselho  Tutelar nas escolas junto a alunos e suas famílias.  “Nós precisamos do apoio do Conselho Tutelar que tem o papel diferente da  polícia. Eles [Conselho] é quem têm autonomia de conversar com as famílias e alunos e buscar soluções para problemas que nascem dentro do lar e se tornam uma problemática no ambiente escolar, que certas vezes oferecem riscos aos outros estudantes e comunidade escolar”, explica a diretora.
De acordo com a coordenadora da Escola Amélia, no Parque Universitário, Edna Mara de Lavi, a escola  em muitos casos já solicitou a presença do Conselho Tutelar, mas não foi atendida. “Temos casos onde estudante considerado menor infrator, com passagem pela polícia, começou a dar problemas na escola influenciando os alunos a pularem o muro e sair fora do horário de aula. Temos  a suspeita  que era para o uso de drogas, além de ameaças de morte a alunos. Em caso  como esses  precisamos de atuação do Conselho para tomar  providências junto com as autoridades, procurar a família e  oferecer assistência social e psicológica, tendo em vista que  a ação policial  não vai resolver o problema sozinha”,  observa.
Conforme o projeto, a meta da Polícia Militar é proteger os estudantes, professores e demais funcionários dos estabelecimentos educacionais contra a presença de elementos perniciosos, assegurar a manutenção da ordem pública e o bem estar social da comunidade estudantil, superar as dificuldades e as resistências junto à comunidade escolar através de palestras tanto para policiais militares como para a comunidade escolar, promover a integração dos educadores, alunos e policiais militares, com o intuito de melhorar a segurança e educação a ser desenvolvida nas escolas, combater o uso e tráfico de drogas nas escolas e em suas proximidades.
Ampliar e consolidar a permanência do policial militar junto à comunidade para torná-lo conhecido e participante nas soluções dos problemas de segurança, incentivar o relacionamento entre educandários e Unidades Operacionais de Área, proporcionando maior conscientização dos alunos por meio de projetos, palestras ou debates coordenados pela Polícia Militar para o fornecimento de informações que possibilitem a detecção e extinção dos fatores que causam risco à segurança do corpo docente e discente e, desenvolver programas integrados de policiamento ostensivo preventivo e educativo através de atividades a serem desenvolvidas pelos Comandos de Policiamento de Área subordinados ao IV Comando Regional Sul.
Além dos diretores de escolas, estiveram presentes os presidentes dos Conselhos de Segurança  de Vila Operária, Jairo Vicente; Jaime Gomes de Araújo, região Salmen; Francisco Costa de Souza, Centro; Roberto Oliveira, Vila Aurora e Miguel Gimenez.

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